Se no último sábado o Botafogo deu motivos de preocupação ao seu torcedor, depois da derrota para o São Paulo por 2 a 0, nesta quinta-feira, a torcida respira aliviada. Isso porque, o Glorioso bateu o Bahia de virada pelo placar de 3 a 2, no estádio Nilton Santos e conseguiu a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Os gols da partida foram marcados por Erik, João Paulo e Cícero. Arthur Caíke abriu o marcador a favor do Esquadrão, e Ernando descontou.

Com posse de bola e troca de passes, a equipe agora dirigida por Eduardo Barroca fez um bom jogo, especialmente no primeiro tempo, em que conseguiu ser efetivo e praticamente liquidar a fatura. Na etapa final, os comandados de Roger Machado cresceram, descontaram, mas não alteraram o panorama do confronto.

O resultado deixa as duas equipes com três pontos e bem próximas na tabela de classificação do Brasileirão. O Botafogo é o 12º, enquanto o Bahia está em nono lugar.
Antes da bola rolar, o Fogão fez uma homenagem à cantora Beth Carvalho, que faleceu na última terça-feira. Ao contrário do tradicional um minuto de silêncio, a torcida cantou para a ilustre torcedora do clube.

Na próxima rodada, o time de General Severiano vai receber o Fortaleza, às 16h00 (horário de Brasília), no domingo. No mesmo dia, mas às 19h00 (de Brasília), o Tricolor pega o Avaí, na Fonte Nova, em Salvador.
Esquadrão sai na frente, mas Botafogo consegue a virada

Buscando pressionar desde o primeiro minuto, o Botafogo quase abriu o placar com Cícero, em finalização de fora da área, mas mandou à esquerda de Douglas. Contudo, no primeiro ataque perigoso do Bahia, o time saiu na frente. Em boa troca de passes, Moisés cruzou rasteiro para Arthur Caíke escorar para a rede.

O Glorioso tinha um alto percentual de posse de bola, mas faltava a efetividade. Aos 24, depois de rebatida da zaga, a bola sobrou para Rodrigo Pimpão. O atacante arriscou chute de primeira, com força, porém, Douglas fez ótima defesa.

A pressão dos mandantes seguia. Diego Souza driblou bem pela direita e chegou na linha de fundo. O camisa 7 bateu cruzado, Douglas espalmou, e a redonda bateu na zaga, indo para escanteio.

Praticamente na sequência, o Fogão chegou ao empate. Após escanteio cobrado pela direita, Carli tocou de cabeça, Cícero escorou, e Erik acertou um bonito voleio para deixar tudo igual no Rio de Janeiro.

Já superior no confronto, o Botafogo conseguiu a virada aos 35 minutos. Gilson foi ao fundo e cruzou. Pimpão furou feio, mas João Paulo entrou na pequena área para cumprimentar para as redes.

O Esquadrão tentava a reação, até criava, mas acabou levando o terceiro já nos acréscimos. Cícero recebeu de Erik, avançou em boa jogada individual e bateu forte para ampliar o marcador. Assim, o primeiro tempo acabou em 3 a 1 a favor do time da casa.

Bahia desconta, Fogão segura e sai com a vitória

Na volta para o segundo tempo, o Botafogo optou por administrar o placar e por pouco não aumentou a conta. Aos 13 minutos, João Paulo conseguiu ótimo passe, mesmo de costas para Diego Souza, que saiu na cara de Douglas. Entretanto, o meia perdeu a chance e não conseguiu a conclusão.

Apesar do placar adverso, o Bahia não desistia, e quase diminuiu. Moisés chegou na linha de fundo e cruzou rasteiro para Gilberto. O centroavante se antecipou, bateu forte, mas parou em Gatito. O Botafogo respondeu com Leonardo Valencia, mas Lucas Fonseca fez belo corte de cabeça em cima da linha.

Entretanto, o Esquadrão conseguiu descontar. Aos 37 minutos, Shaylon recebeu da direita, cortou a marcação e cruzou. Gatito até tocou na bola, mas ela sobrou limpa para o zagueiro Ernando só cutucar para as redes. A partir de então, os visitantes pressionaram bastante e perderam boas chances com Gilberto e Rogério.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 3 X 2 BAHIA

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 02 de maio de 2019, quinta-feira
Horário: 20h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Anderson José de Moraes Coelho, ambos de São Paulo
VAR: Vinicius Furlan e Bruno Salgado Rizo, ambos de São Paulo
Público: 7.568 pagantes
Renda: R$ 148.599,00
Cartões amarelos: Rodrigo Pimpão, Gatito Fernánez e Gilson (Botafogo)
Cartão vermelho:
Gols: BOTAFOGO: Erik aos 29, João Paulo aos 35 e Cícero aos 47 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Arthur Caíke aos cinco minutos do primeiro tempo e Ernando aos 37 minutos do segundo tempo

 

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Marcinho, Carli, Gabriel e Gilson; Gustavo Bochecha, Cícero (Luiz Fernando), João Paulo, Rodrigo Pimpão (Leonardo Valencia) e Erik (Alex Santana); Diego Souza.
Técnico: Eduardo Barroca

BAHIA: Douglas; Nino Paraíba, Ernando, Lucas Fonseca e Moisés; Gregore, Elton e Ramires (Rogério); Artur, Arthur Caíke (Shaylon) e Fernandão (Gilberto).
Técnico: Roger Machado

As equipes de Santos e Fluminense se enfrentarão nesta quinta-feira, às 19h15 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

Peixe e Tricolor vivem momentos distintos. O Alvinegro sofreu para eliminar o Vasco na Copa do Brasil, mas venceu o Grêmio por 2 a 1 na estreia, em Porto Alegre. O Flu eliminou o Santa Cruz nos pênaltis e perdeu em casa para o Goiás por 1 a 0.

Para tentar manter o 100% de aproveitamento, o Santos conta com as surpresas de Jorge Sampaoli. O técnico tem surpreendido o próprio elenco com escalações em cima da hora para surpreender o adversário.

Contra o Grêmio, a escolha foi por três zagueiros e Eduardo Sasha como referência no ataque. Para o duelo desta quinta, Rodrygo deve retornar. Expulso na arena, Derlis González não fica à disposição.

“Temos que estar preparados o tempo todo. Não sabemos quem vai jogar. Contra o Grêmio, ficamos sabendo só no vestiário da arena”, disse Felipe Jonatan, autor do segundo gol diante do Grêmio.

 

Mesmo com desempenho recente ruim, o Fluminense deve repetir o time das derrotas para Santa Cruz e Goiás, com Pedro entre os reservas e três volantes.

A expectativa é de um duelo bem estudado, disputado no meio-campo. Sampaoli e Diniz prezam pela posse de bola.

“Não posso falar se o Pedro será titular. Diniz costuma falar o time no dia do jogo. Ele testou todas as alternativas”, afirmou o lateral Gilberto.

FICHA TÉCNICA
Santos x Fluminense

Data: 2 de maio de 2019 (quinta-feira)
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Horário: 19h15 (de Brasília)
Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (GO)
VAR: André Luiz de Freitas Castro (GO)

 

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Felipe Aguilar, Gustavo Henrique e Felipe Jonatan; Jean Lucas, Diego Pituca e Jean Mota (Carlos Sánchez ou Cueva); Rodrygo, Soteldo e Eduardo Sasha
Técnico: Jorge Sampaoli

FLUMINENSE: Rodolfo, Gilberto, Matheus Ferraz, Nino e Caio Henrique; Airton, Bruno Silva e Allan; Everaldo, Luciano e Yony
Técnico: Fernando Diniz

O Botafogo recebe o Bahia nesta quinta-feira, às 20h (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, em confronto válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes buscam o triunfo por objetivos opostos. O Glorioso, derrotado por 2 a 0 pelo São Paulo, fora de casa, na estreia, quer a recuperação. Já o Tricolor baiano planeja embalar após ter feito a lição de casa na estreia, quando aplicou 3 a 2 no Corinthians no Nordeste.

Eduardo Barroca, treinador do Botafogo, vai seguir trabalhando no sentido de fazer a sua equipe ter mais posse de bola, abusar dos toques e tentar encontrar espaços na defesa rival. Porém, como se trata de um jogo em casa, ele sabe que precisa ser mais efetivo em termos de presença ofensiva.

“Acho que o grande desafio é conseguir transformar esse controle de jogo em mais oportunidades de gols. Vamos fazer muitos jogos no Rio de Janeiro antes da Copa América e precisamos consolidar uma pontuação. O jogo contra o Bahia é importante neste sentido”, disse o treinador.

Na visão dos jogadores do Botafogo, é importante ter tranquilidade mesmo com o time pressionado por conta do mau resultado na estreia.

“O Botafogo precisa se impor em casa, mas sabemos que o Bahia quer tirar proveito dos nossos erros e precisamos estar atentos. Não podemos atacar de maneira desesperada e com certeza o Barroca está tentando encontrar sempre o melhor caminho para termos esse equilíbrio”, ressaltou o atacante Erik.

Para este compromisso o Botafogo conta com um reforço importante: o atacante Diego Souza, que não enfrentou o Tricolor paulista por questões contratuais. Diego já não teria condições de participar do jogo de sábado por conta de um estiramento sofrido na coxa esquerda. Na sexta-feira, porém, voltou aos treinos e recuperou o condicionamento físico para ficar à disposição para o choque contra os baianos. Como Kieza foi negociado com o Fortaleza e Igor Cássio é considerado muito jovem, a presença de Diego Souza como centroavante é um alívio para Barroca, que teve que centralizar Erik no comando do ataque diante do São Paulo.

Se a volta de Diego Souza é uma boa notícia, a lateral esquerda virou um problema durante a partida contra o São Paulo. Jonathan sofreu uma entorse no joelho direito e está vetado mesmo sem lesão. Gilson assume o posto.

Pelo lado do Bahia, o técnico Roger Machado procurou trabalhar o aspecto psicológico de seus jogadores para que eles façam um jogo com atitude mesmo atuando fora de seus domínios. Ele quer manter o bom nível de atuação. “O nosso pensamento é de fazer mais um jogo bom, pois tivemos um bom começo. Os três pontos iniciais são um bom cartão de visita. Mas temos que consolidar e enxergar com clareza os nossos objetivos jogo a jogo”, disse Roger.

O treinador do Bahia vai conseguir repetir a escalação que foi vitoriosa na estreia. Isso por que o atacante Fernandão, que chegou a ser dúvida por conta de uma pancada no rosto recebida no jogo contra o Corinthians, se recuperou e vai a campo.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO X BAHIA

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 2 de maio de 2019 (Quinta-feira)
Horário: 20h(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)

 

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Marcinho, Joel Carli, Gabriel e Gilson; Gustavo Bochecha, Wenderson, Cícero e João Paulo; Erik e Diego Souza
Técnico: Eduardo Barroca

BAHIA: Anderson, Nino Paraíba, Ernando, Lucas Fonseca e Moisés; Gregore, Élton, Ramires, Arthur Caíke e Artur; Fernandão
Técnico: Roger Machado

Ainda em um momento questionável na temporada, com várias críticas ao futebol desenvolvido, o Atlético venceu o Vasco, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em São Januário, partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado deixa o Galo na liderança, ao lado do São Paulo, ambos com seis pontos. O Vasco amarga a lanterna, sem pontuar.

O primeiro tempo foi muito ruim: o Vasco atacava de maneira desordenada e o Galo simplesmente não atacou. Já na etapa complementar, o Atlético conseguiu agredir e marcou dois gols.

Na próxima rodada, o Atlético vai até o Castelão enfrentar o Ceará, no sábado, às 21h (de Brasília). Já o Vasco recebe o Corinthians, no mesmo dia, às 19h, na Arena da Amazônia.

Primeiro tempo

O Vasco entrou em campo com o foco em se reabilitar. A rodada de estreia foi pra lá de desastrosa para o clube carioca que sofreu uma dura queda por 4 a 1 para o Athletico, no Paraná. Pelo lado atleticano, o triunfo até veio, os três pontos foram computados, mas a exibição no Independência, diante do Avaí, não foi necessariamente o que era esperado.

O duelo, porém, foi muito ruim nos primeiros minutos. O Vasco atacava de forma desordenada e o Galo se defendia. Vale ressaltar a maneira como o Atlético se comportava em campo: a equipe não atacava, não se arriscava, mas a compactação do grupo alvinegro dificultava muito as ações do Vasco. Torna-se necessário ainda explicar que essa organização há muito não se via na equipe preto e branca.

A melhor chance do primeiro tempo ocorreu apenas aos 27: Yan Sasse chutou de fora da área e Victor fez a defesa mostrando bastante elasticidade.

Por fim, o que se viu em São Januário foram dois times lentos, com pouca criatividade e sem ambição, embora fosse necessário ter.

Segundo tempo

A volta do intervalo foi bem melhor. O técnico Rodrigo Santana tirou Luan de campo – exausto – e colocou Maicon Bolt. O Galo que tinha problemas na armação de jogadas tirou seu único atleta que tentava organizar este meio campo.

O Atlético se lançou para buscar o ataque com qualidade e fez isso. Logo no primeiro minuto, em cruzamento na área, Igor Rabello subiu e quase marcou o tento atleticano.

Aos 13 o Galo chegou ao gol. Após troca de passes, a redonda chegou em Elias. O volante atleticano soltou o pé e colocou no ângulo do goleiro vascaíno.

O Vasco buscou o ataque com todas as suas forças para tentar, pelo menos, o empate. A equipe de São Januário passou a pressionar muito o Galo. Aos 20 a equipe conseguiu o empate. Em um chute de Pikachu, a bola pegou na zaga e sobrou para Maxi Lopez que tirou do goleiro Victor e mandou para o fundo das redes.

O tento fez com que o Galo também fosse ao ataque no sonho de voltar do Rio de Janeiro com três pontos na bagagem. O Atlético criou boas chances, levou bastante perigo e, aos 45, conseguiu o triunfo. Chará pegou a bola na entrada da área, limpou o lance e colocou no fundo das redes.

FICHA TÉCNICA
VASCO-RJ 1 X 2 ATLÉTICO-MG

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 1 de maio de 2019 (Quarta-feira)
Horário: 21h30(de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP) e Daniel Luis Marques (SP)
Gols: Elias, aos 13 do segundo tempo, Chará, aos 45 do segundo tempo (Atlético); Maxi Lopez, aos 20 do segundo tempo (Vasco)

 

VASCO: Alexander; Claudio Winck, Weley, Ricardo, Henrique, Fellipe Batos (Andrey), Lucas Mineiro, Yago Pikachu (Rossi), Yan Sasse, Marrony (Valdívia), Maxi Lopez.
Técnico: Marcos Valadares

ATLÉTICOMG: Victor; Guga, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; José Welison (Jair), Elias, Yimmi Chará, Luan (Maicon) e Geuvânio (Nathan); Ricardo Oliveira
Técnico: Rodrigo Santana

O São Paulo conquistou sua segunda vitória no Campeonato Brasileiro na noite desta quarta-feira e assegurou a liderança da competição. Visitando o Goiás no estádio Serra Dourada, que contou bom público, o time comandado pelo técnico Cuca entrou em campo surpreendentemente sem um meia de armação e, apostando na movimentação constante de seus homens de frente, garantiu o triunfo por 2 a 1. Os gols tricolores foram marcados por Pato e Toró. Barcia descontou para o time esmeraldino.

Em Goiânia, Cuca preferiu sacar Igor Gomes e dar uma oportunidade a Toró, que já havia feito um bom jogo contra o Botafogo, no último sábado. O garoto não decepcionou e foi às redes pela primeira vez como jogador profissional com um belo chute de fora da área. Antony, como fez na Copa São Paulo de Futebol Júnior, foi quem mais se aproximou de um armador.

Com o resultado, o São Paulo manteve 100% de aproveitamento na competição e segue firme na busca por uma boa sequência no torneio antes da pausa para a Copa América. O próximo adversário do Tricolor no Campeonato Brasileiro é o Flamengo,  no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no estádio do Morumbi.

O jogo – O São Paulo fez um bom primeiro tempo no Serra Dourada. Enquanto o Goiás apostou na velocidade de seus atacantes de beirada de campo para surpreender, o time comandado pelo técnico Cuca optou por construir jogadas de pé em pé, sem posição fixa do meio para frente, com Antony, Pato, Toró e Everton trocando de posição rotineiramente.

A boa movimentação ofensiva do São Paulo surtiu efeito aos 31 minutos. Controlando o jogo ao ameaçar o Goiás com frequência, o Tricolor acabou abrindo o placar com Alexandre Pato, que completou o passe rasteiro de Igor Vinícius batendo forte, sem chances para o goleiro Tadeu, que tentou buscar a bola no contrapé, sem sucesso.

Empolgados com o primeiro gol, os jogadores são-paulinos não demoraram para ampliar o marcador. Quatro minutos depois de Pato estufar as redes, Toró apareceu bem em jogada individual e fez marcou seu primeiro tento como profissional. Recebendo pela esquerda, o camisa 44 foi para cima da marcação, cortou para o meio e bateu colocado, no cantinho.

Pouco antes de as equipes irem para os vestiários o São Paulo teve uma baixa importante. Arboleda sentiu um incômodo muscular e teve de ser substituído por Anderson Martins. Sem seu principal zagueiro, o Tricolor, já nos acréscimos, viu o Goiás descontar com Leandro Barcia, que aproveitou o bate-rebate dentro da área para manter o time esmeraldino vivo na partida.

Segundo tempo

Na etapa complementar o ritmo da partida baixou. Tentando achar os espaços que foram encontrados no primeiro tempo, o São Paulo se deparou com uma postura mais combativa do Goiás, mas, aos poucos, foi retomando a mesma pegada. Aos 13 minutos, por exemplo, Pato, Antony e Igor Vinícius protagonizaram boa troca de passes, e o lateral-direito ficou com a bola livre, dentro da área, mas mandou por cima do gol.

Já aos 22 minutos foi a vez de Antony chamar a responsabilidade e tentar estufar as redes. O garoto revelado em Cotia arrancou pela direita, cortou para o meio e, da entrada da área, bateu rasteiro, mas o goleiro Tadeu estava bem posicionado e acabou fazendo a defesa.

Na reta final, com Hernanes na vaga de Alexandre Pato e o garoto Brenner no lugar de Toró, o Tricolor buscou cadenciar mais o jogo, tentando minar um potencial perigo do Goiás. Ainda assim, o São Paulo por pouco não chegou ao terceiro gol com Hernanes, que tirou tinta da trave em chute cruzado aos 47 minutos. Na sequência, em contra-ataque do time esmeraldino, Igor Vinícius fez falta em Júnior Brandão e foi expulso, e, mesmo após revisão do VAR, o juiz manteve a controversa expulsão do lateral-direito. No entanto, de nada adiantou a interferência da arbitragem, e a equipe comandada por Cuca acabou saindo de campo com a vitória por 2 a 1.

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 1 X 2 SÃO PAULO

Local: estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 1 de maio de 2019, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (Fifa-SC) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Árbitro de vídeo: Braulio da Silva Machado SC)
Assistente de vídeo 1: Igor Junio Benevenuto de Oliveira MG)
Assistente de vídeo 2: Carlos Berkenbrock SC)

Público total: 29.644 presentes
Renda: R$ 728.730,00

Gols: Pato, aos 31 do 1ºT, e Toró, aos 34 do 1ºT (São Paulo); Barcia, aos 47 do 1ºT (Goiás)
Cartões amarelos: Barcia e Kayke (Goiás)
Cartão vermelho: Igor Vinícius (São Paulo)

 

GOIÁS: Tadeu; Kevin (Daniel Guedes), David Duarte, Yago e Jefferson (Marcelo Hermes); Geovane, Léo Sena e Giovanni Augusto (Júnior Brandão); Michael, Barcia e Kayke
Técnico: Claudinei Oliveira

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Igor Vinícius, Arboleda (Anderson Martins), Bruno Alves e Reinaldo; Hudson, Tchê Tchê e Everton; Antony, Pato (Hernanes) e Toró (Brenner)
Técnico: Cuca

O Grêmio empatou nesta quarta-feira com o Avaí por 1 a 1, no Estádio da Ressacada, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma partida sofrível tecnicamente, o Tricolor Gaúcho usou uma equipe mista e em nenhum momento conseguiu se impor sobre o Leão da Ilha. Os donos da casa, na base da empolgação, conseguiram chegar a igualdade. Rômulo fez para o Grêmio e Michel marcou contra.

Com o resultado, o Grêmio está em décimo quarto lugar com um ponto. O Avaí ocupa o décimo quinto lugar com um ponto.

Na próxima rodada, o Grêmio recebe no domingo o Fluminense, às 19h00 (de Brasília), na Arena. No mesmo dia e horário o Avaí visita o Bahia, na Fonte Nova.

O jogo – Bem diferente da estreia do Brasileirão, o técnico Renato Portaluppi fez algumas modificações no time titular com as entradas de Luan, Montoya, Diego Tardelli e Felipe Vizeu. Por sua vez, o Avaí está jogando um esquema 3-5-2. Muitos erros de passe por parte dos dois times.

Tecnicamente o jogo deixou a desejar. O Tricolor Gaúcho sente muito as mudanças feitas pelo comandante gremista. Já o Leão da Ilha especulou jogadas de contra-ataque, porém sem sucesso. Uma sequência de erros de passes por parte do Grêmio.

Passado 30 minutos e até agora nenhuma chance de gol. Bastante truncada a partida. Aos 40, Alex Silva avançou e abriu para Brizuela que devolveu. Matheus Henrique apareceu para evitar a finalização. Na bola parada o Tricolor Gaúcho abriu o placar, aos 44, Montoya cobrou o escanteio na medida, Rômulo subiu mais alto e testou para o fundo da rede.

Na etapa inicial Avaí e Grêmio não fizeram uma boa partida. Houve muitos erros de passe e finalização. Mas o Tricolor Gaúcho foi mais eficiente na bola aérea.

Com vantagem no placar, o Grêmio tem mais posse de bola no começo desse segundo tempo. Os donos da casa se mostram impotentes para reagir. A estratégia do Avaí é insistir em cruzamentos na área, mas sem nenhuma eficiência.

Não consegue os visitantes se impor diante dos mandantes. Para melhorar qualidade de criatividade no meio-campo e ataque, Renato sacou Felipe Vizeu e Luan para as entradas de Everton e Thaciano. Aos 21, Alex Silva arriscou de longe e irá no meio do gol. Paulo Victor defendeu com tranquilidade. Aos 23, Thaciano recebeu ótimo passe e cruzou. Juninho Capixaba se atirou de carrinho e não alcançou.

Quando tentou atacar os comandados de Geninho param em suas limitações. Diferente na derrota para o Santos, o Tricolor Gaúcho não teve bom desempenho. Aos 35, Paulinho cruzou, sozinho, testou sozinho no chão, mas o arqueiro segurou de forma segura.

Em uma forte blitz nos últimos minutos, os catarinenses chegaram ao empate. Aos 39, Betão evitou a saída de bola na lateral, dá uma linda caneta em Everton e tocou para João Paulo. Ele cruzou, e Michel desviou para a própria meta. Aos 42, Montoya cobrou falta fechada, Vladimir tirou de soco e a bola explodiu em André Moritz. Jogadores do Grêmio pedem o VAR, mas o árbitro mandou o jogo seguir. Apesar da insistência, o resultado da partida terminou em igualdade. Pelo que fizeram em campo as duas equipes houve justiça no placar.

FICHA TÉCNICA
AVAÍ 1 x 1 GRÊMIO

Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis-SC
Data: 01 de maio (quarta-feira)
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ)
Assistentes: Michael Correia (RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ)
VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ) auxiliado por Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)

Cartões amarelos: Kunde, Alex Silva, Marquinhos Silva, Betão (Avaí); Rômulo, Geromel (Grêmio)
Gols: Rômulo (Grêmio), aos 44 minutos do primeiro tempo e Michel contra (Avaí), aos 39 minutos do segundo tempo.

 

AVAÍ: Vladimir; Kunde (Luan Pereira), Marquinhos Silva e Betão; Alex Silva, Pedro Castro, Matheus Barbosa (André Moritz), João Paulo e Paulinho; Brizuela (Jones Carioca) e Getúlio
Técnico: Geninho

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Gomes, Geromel, Michel e Juninho Capixaba; Rômulo, Matheus Henrique, Luan (Thaciano) e Montoya; Felipe Vizeu (Everton) e Diego Tardelli (André)
Técnico: Renato Portaluppi

CSA e Palmeiras empataram por 1 a 1 nesta quarta-feira, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Os reservas do Verdão abriram o placar com um golaço de Raphael Veiga, mas depois deixaram o ritmo cair muito e sofreram o empate na etapa final, em tento anotado por Matheus Sávio.

O Palmeiras volta a jogar no sábado, contra o Internacional, às 19h (de Brasília), no Allianz Parque. Já o CSA recebe o Santos, domingo, às 16h.

Mesmo apenas com suplentes – à exceção do titular Deyverson -, o Palmeiras dominou o primeiro tempo. A maior pressão alviverde, porém, aconteceu nos primeiros 15 minutos, e surtiu efeito aos oito.

Raphael Veiga abriu para Hyoran na esquerda. O meia foi à linha de fundo, esperou e devolveu para o companheiro, que apareceu livre no meio da área para acertar um lindo chute de primeira e anotar um golaço.

Diferente do que fez nas duas últimas partidas, entretanto, goleadas por 4 a 0, o Verdão adotou a postura de segurar o jogo estando na frente do placar. A equipe palestrino chegou a mais de 60% de posse de bola, mas sem objetividade.

O CSA, por sua vez, assustou em apenas uma jogada, quando Matheus Sávio, que havia acabado de entrar, acertou bela cobrança de falta na trave.

Na etapa final, a postura pouco agressiva do Palmeiras permitiu ao time mandante o empate. Aos 17 minutos, Madson cobrou escanteio para o meio da área, Matheus Sávio tentou a finalização, a bola explodiu em Deyverson e voltou para o meia, que mandou para as redes.

Na reta fina da partida, Felipão apostou nos velozes Felipe Pires e Carlos Eduardo. O Palmeiras melhorou um pouco, mas os dois atacantes erraram quase tudo que tentaram e o Verdão não fez o suficiente para chegar ao segundo gol.

FICHA TÉCNICA
CSA-AL 1 x 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)
Data: 01 de maio de 2019, quarta-feira
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes:  Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) – FIFA e Cleristan Clay Barreto Rios (SE)
VAR: Leandro Pedro Vuaden (RS)

GOLS
CSA:
 Matheus Sávio (17/1T)
PALMEIRAS: Raphael Veiga (8/1T)

 

CSA: Jordi; Apodí, Luciano Castán, Gerson e Armero; Naldo (Leandro Souza), Bruno Ramires (Dawhan), Madson, Maidana (Matheus Sávio) e Didira; Cassiano
Técnico: Marcelo Cabo

PALMEIRAS: Jailson; Mayke, Edu Dracena, Antônio Carlos e Victor Luis; Thiago Santos, Moisés (Matheus Fernandes) e Lucas Lima; Hyoran (Felipe Pires), Raphael Veiga (Carlos Eduardo) e Deyverson
Técnico: Luiz Felipe Scolari

600 vezes Lionel Messi pelo Barcelona. Com o argentino inspirado, as coisas ficam mais fáceis para qualquer equipe. Na tarde desta quarta-feira, no Camp Nou, o Barça venceu o Liverpool por 3 a 0, com gols de Suárez e dois do camisa 10, deixando a equipe catalã próxima da final da Liga dos Campeões. Apesar de um jogo equilibrado, especialmente no segundo tempo com os Reds martelando, coube ao gênio resolver a parada e encaminhar a classificação do time.

No primeiro tempo, a partida foi igual, com chances para os dois lados. Em compensação, os ingleses pressionaram muito na etapa final, criaram chances. Porém, de tanto desperdiçarem, foram castigados por Lionel Messi e se complicaram na Champions.

Com o resultado, os comandados de Ernesto Valverde podem perder por até dois gols de diferença. Caso o placar do Camp Nou se repita na Inglaterra a favor do Liverpool, a partida vai para a prorrogação. O jogo em Anfield será na terça-feira, às 16h00 (horário de Brasília).

Já campeão espanhol, os catalães voltam a campo no sábado contra o Celta, às 15h45 (horário de Brasília). Brigando pelo título inglês, os Reds pegam o Newcastle no domingo.

Jogo equilibrado, mas com Barça na frente

O começo de partida no Camp Nou foi movimentado, com as duas equipes buscando o gol. Aos quatro, Mané recebeu da esquerda, ganhou de Piqué, invadiu a área e caiu. O árbitro mandou seguir o lance. Mesmo jogando fora de casa, o Liverpool era melhor.

Aos poucos, o Barça começava a se impor. A primeira finalização perigosa da equipe foi com Coutinho, da entrada da área pela meia esquerda. Bem posicionado, Alisson defendeu. Na sequência, Messi serviu o brasileiro, que tentou cruzado, mas a bola foi pela linha de fundo.

Quando a partida estava muito parelha, prevaleceu a falha grave de Matip. Jordi Alba recebeu da esquerda e deu um passe para Suárez. Após o zagueiro alemão bobear, o atacante uruguaio escorou como um legítimo centroavante e abriu o placar, marcando o gol de número 500 do clube na Champions.

Apesar do placar adverso, os ingleses jogavam bem, mas pecavam nos espaços deixados para o rival. Aos 34 minutos, os Reds tiveram uma chance clara de gol. Henderson deu lindo passe para Mané. Contudo, o senegalês pegou mal na bola e mandou por cima de Ter Stegen, perdendo a chance mais clara do confronto a favor dos visitantes.

Liverpool cansa de perder gols e Messi define a vitória do Barcelona

No início da etapa final, o Liverpool voltou com tudo e por pouco não empatou. Salah fez bela jogada e rolou para Wijnaldum, que ajeitou para Milner. O camisa 7 bateu colocado, mas Ter Stegen, de mão trocada, mandou para escanteio.

Os Reds continuavam melhores no segundo tempo. Aos sete minutos, Salah recebeu da direita, trouxe para dentro e bateu. Ter Stegen fez mais uma bela defesa, salvando o time mandante. Praticamente na sequência, Milner finalizou da entrada da área. Mais uma vez, o goleiro alemão defendeu, segurando firme.

O Barça, por sua vez, pouco criava. Os ingleses optavam por marcar alto e isolar Messi. Dessa forma, o time conseguia pressionar o rival, e pagou com a máxima do futebol: quem não faz, toma. Messi acionou Suárez, que na cara do gol, parou no travessão. No rebote, o argentino teve a sorte de pegar o rebote e mandar para o fundo das redes.

E não é que caberia mais um para o argentino? Aos 37 minutos, cobrança de falta magistral, no ângulo, indefensável para Alisson, decretando a vitória por 3 a 0 e marcando o gol de número 600 pelo clube.

FICHA TÉCNICA
BARCELONA 3 X 0 LIVERPOOL

Local: Estádio Camp Nou, em Barcelona (Espanha)
Data: 1º de maio de 2019, terça-feira
Horário: 16h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Bjorn Kuipers, da Holanda
Assistentes: Mario Diks e Erwin Zeinstra, ambos da Holanda
VAR: Danny Makkelie e Pol van Boekel, ambos da Holanda
Público: 98.299 pagantes
Cartões amarelos: Lenglet e Suárez (Barcelona); Fabinho (Liverpool)
Cartões vermelhos: –
Gols: BARCELONA: Suárez aos 26 minutos do segundo tempo; Messi aos 30 e aos 38 minutos do segundo tempo

 

BARCELONA: Ter Stegen; Sergi Roberto (Aleñá), Piqué, Lenglet e Jordi Alba; Busquets, Vidal e Rakitic; Coutinho (Semedo), Messi e Suárez (Dembelé).
Técnico: Ernesto Valverde

LIVERPOOL: Alisson; Gomez, Matip, Van Dijk e Robertson; Fabinho, Milner (Origi), Wijnaldum (Roberto Firmino) e Keita (Henderson); Mané e Salah.
Técnico: Jurgen Klopp

O feriado pelo Dia do Trabalho foi honrado pelo Corinthians na tarde dessa quarta-feira. Os comandados de Fábio Carille tiveram de ralar muito na Arena de Itaquera para conquistar a primeira vitória no Campeonato Brasileiro.

A estreia com derrota na competição foi minimizada com o segundo triunfo em cima da Chapecoense em uma semana. Dessa vez, o herói foi Carlos. O lateral esquerdo revelado pelas categorias de base do Timão anotou seu primeiro tento com a camisa alvinegra e garantiu o 1 a 0 no placar nessa segunda rodada do Brasileirão.

Ainda sem Henrique, Avelar, Urso e Gustagol, a equipe corintiana iniciou o confronto com a mesma escalação apresentada em Salvador, diante do Bahia. O resultado foi trágico.

A Chapecoense, que nunca venceu na Zona Leste Paulistana, deixou clara sua intenção em arrancar um empate e se limitou a defender durante toda a etapa inicial. O Corinthians, por outro lado, não sabia o que fazer com a bola.

Nada chamava mais atenção do que a lentidão e falta de concentração dos times em campo e o intervalo foi quase um alívio para quem ainda tinha expectativa de que algo pudesse ser corrigido nos vestiários.

Dito e feito. Se os catarinenses optaram por manter a postura, Carille se convenceu de que precisava ousar. Então, Love substituiu Ramiro. A consequência foi imediata. Os donos da casa inflamaram o estádio com uma pressão forte, de lado a lado, com a base de muitos cruzamentos e com rápida recuperação da posse da bola.

O prêmio pela atitude ofensiva veio aos nove minutos. Clayson arriscou depois de sobra na entrada da área, a bola desviou e o goleiro Tiepo salvou com os pés, mas Carlos se cuidou com a linha de impedimento adversário e, de cabeça, no peixinho, mandou para as redes.

Ney Franco usou suas três substituições e nem assim conseguiu fazer com que a Chapecoense reagisse dentro da Arena. Carille promoveu a estreia do atacante Janderson e também apostou em Mateus Vital nas vagas de Pedrinho e Clayson, respectivamente.

O jogo, porém, caiu de ritmo na segunda metade da etapa final e, fora uma ameaça ou outra, nada que assustasse Cássio e Tiepo, restou aguardar o fim do jogo. Para os corintianos, festa pelos três pontos garantidos dentro de casa.

Agora, os atuais campeões paulistas encaram o Vasco, em Manaus, no sábado. A Chape, por outro lado, recebe o Athletico no domingo, em Santa Catarina.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 1 X 0 CHAPECOENSE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 01 de maio de 2019, quarta-feira
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Assistentes: Sidmar dos Santos Meurer e Ricardo Junio de Souza (ambos de MG)
VAR: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Cartões amarelos: Manoel, Vagner Love (COR)
Público: 30.442 pagantes / 30.668 total.
Renda: R$ 1.551.364,50

GOL:
Corinthians: Carlos, aos 9 minutos do 2T.

 

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Manoel, Pedro Henrique e Carlos; Ralf e Ramiro (Vagner Love); Pedrinho (Janderson), Sornoza e Clayson (Vital); Boselli
Treinador: Fábio Carille

CHAPECOENSE: Tiepo; Eduardo (Perotti), Gum, Douglas e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Tharlis (Aylon), Campanharo e Alan Ruschel (Renato); Régis e Everaldo
Treinador: Ney Franco

O Internacional venceu o Flamengo por 2 a 1 na tarde desta quarta-feira, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Jogando em casa, no estádio Beira-Rio, o Colorado saiu na frente com gol de Paolo Guerrero no primeiro tempo. Na etapa final, o Flamengo empatou com Arrascaeta, e Sarrafione decretou a vitória gaúcha.

As duas equipes agora somam três pontos e devem terminar a rodada em posições intermediárias. Na terceira rodada do Brasileiro, o Flamengo visita o São Paulo no domingo, no Morumbi. Já o Inter enfrenta o Palmeiras no sábado, na Arena Palmeiras.

O Jogo

O Internacional, derrotado na primeira rodada pela Chapecoense fora de casa, começou a partida tentando pressionar o Flamengo em seu campo. Com menos de um minuto de bola rolando, Guerrero acionou Nico López, que dominou e arriscou o chute, mas César estava bem colocado e fez a defesa.

Sem contar com o zagueiro Rodrigo Caio, que sofreu uma pancada na cabeça contra o Cruzeiro no último sábado e chegou a ser internado em um hospital, a defesa rubro-negra sofreu com a falta de entrosamento entre Rhodolfo e Léo Duarte. Aos 4 minutos, falta de Renê próxima à linha lateral pela esquerda, que D’Alessandro cobrou rápido e achou Guerrero livre na área do outro lado. O peruano não perdoou e acertou bela cabeçada para o fundo da rede.

O gol Colorado assustou o Flamengo, que não conseguia se encontrar em campo. Com Arrascaeta apagado e a dupla Gabigol/Bruno Henrique rendendo pouco, o Rubro-Negro não conseguia furar o bloqueio gaúcho.

Gabigol chegou perto de marcar aos 12 minutos, quando recebeu livre mas, impedido, parou em Marcelo Lomba, que fez grande defesa. O lance entretando foi anulado.

Dois minutos depois, o Inter quase ampliou quando Nico López recebeu de Iago e, livre, invadiu a área e tentou tirar de César, mas mandou para fora. Aos 17 foi a vez de D’Alessandro arriscar o chute e obrigar César a trabalhar.

O Flamengo se equilibrou em campo e passou a controlar mais a bola. Os comandados de Abel Braga chegaram ao gol aos 21, mas o lance foi anulado com o auxílio do VAR. Everton Ribeiro cobrou falta da entrada da área, a bola passou pela barreira, bateu em Rhodolfo e Bruno Henrique dividiu com o goleiro quando tentava concluir o lance. A bola sobrou para Rhodolfo, que só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Os colorados reclamaram e o VAR confirmou que a bola havia batido no braço de Rhodolfo antes de chegar a Bruno Henrique, e o gol não valeu.

O jogo ficou mais truncado na segunda metade do primeiro tempo, e nenhuma das duas equipes chegou perto do gol adversário.

(Foto: Gilvan de Souza/CRF)

As duas equipes retornaram para a etapa final sem alterações, mas Abel Braga puxou as orelhas de seus jogadores e o Flamengo voltou com nova postura. Logo aos 2, Arrascaeta cruzou e Gabigol encobriu Lomba de cabeça, mas outra vez o atacante do Fla estava em posição de impedimento e o gol não valeu.

O Inter tentou chegar aos 11, quando D’Alessandro cobrou escanteio e Moledo acertou a cabeçada, mas César defendeu.

Aos 14, Arrascaeta recebeu de Arão próximo à meia lua da área e tocou por cobertura para Everton Ribeiro. O goleiro Marcelo Lomba falhou e Everton nem precisou tocar na bola e viu ela seguir para o fundo da rede: 1 a 1.

Vendo sua equipe cair de produção, o técnico Odair Hellmann frez duas substituições de uma vez. Entraram Sarrafiore e Guilherme Parede nos lugares de D’Alessandro e Patrick, respectivamente.

As substituições deram resultado e o Inter voltou a dominar a partida. Aos 22, Nico López recebeu de Iago e soltou uma bomba na trave.

Aos 30, Guerrero recebeu cruzamento de Iago e se antecipou a Rhodolfo na altura da marca do pênalti para acertar bela cabeçada, mas mandou para fora. No minuto seguinte, Sarrafione recebeu na intermediária pela direita, partiu em direção a área, passou por Renê e acertou de canhota um belo chute no canto, colocando o Inter mais uma vez à frente no placar.

Após o novo golpe, o Flamengo tentou pressionar em busca da igualdade no placar, mas poucas chances produziu. Na melhor oportunidade, aos 39, Gabigol acertou chute após confusão na área, mas a bola desviou em Cuesta e Marcelo Lomba defendeu.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL-RS 2 X 1 FLAMENGO-RJ

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 1 de maio de 2019 (Quarta-feira)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)
Cartões Amarelos: Rodrigo Dourado, Zeca, Nico López (Inter); Renê, Bruno Henrique (Fla)
Gols:
INTERNACIONAL: Paolo Guerrero, aos 4 min do 1º tempo; Sarrafiore, aos 31 min do 2º tempo
FLAMENGO: Arrascaeta, aos 14 min do 2º tempo

 

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba, Zeca, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick (Guilherme Parede), Andrés D’Alessandro (Sarrafiore) e Nico López (Nonato); Paolo Guerrero
Técnico: Odair Hellmann

FLAMENGO: Cesar, Pará, Rhodolfo, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar, Willian Arão (Lucas Silva), De Arrascaeta (Diego) e Everton Ribeiro (Lincoln); Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Abel Braga

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