Despachante Mato Grosso terá reforço de ex-seleção nesta sexta-feira
Betão chegou para atuar na Copa Morena pelos douradenses nesta primeira fase
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O Palmeiras é o melhor time da Copa Libertadores da América. Nesta quarta-feira, o Verdão venceu o San Lorenzo por 1 a 0 no Allianz Parque e garantiu a melhor campanha geral da competição, conquistando assim a vantagem de decidir as fases seguintes de mata-mata em sua casa.
O gol palestrino foi marcado por Gustavo Scarpa, que entrou no segundo tempo e precisou de apenas sete minutos para dar à vitória ao Palestra. Pouco depois, o meia ainda foi substituído sentindo dores musculares, mas ele já havia colocado o Maior Campeão do Brasil como líder do Grupo F com 15 pontos após seis rodadas.
Sentindo muita falta de Bruno Henrique, a saída de bola palestrina foi muito prejudicada. Dudu, Veiga, Zé Rafael e Borja se perderam entre os muitos defensores argentinos, os laterais sofreram marcação individual, enquanto Moisés e Felipe Melo não deram conta de levar o time à frente.
A postura do San Lorenzo e falta de criatividade do Alviverde tornou o primeiro tempo chato e sem oportunidades claras de gol. A situação melhorou apenas na reta final dos primeiros 45 minutos, quando Felipão deslocou Dudu para o meio e Zé Rafael, o mais lúcido dos donos da casa, para a esquerda.
O posicionamento foi mantido para o segundo tempo, e o Verdão voltou do intervalo com mais presença de ataque. Assim, com apenas 15 minutos, o Alviverde criou duas oportunidades – mais do que em toda etapa inicial.
Aos 11, Zé Rafael avançou pela esquerda, driblou o marcador e cruzou rasteiro para a área. Raphael Veiga disputou com a zaga e a bola sobrou para Moisés, que chegou batendo, mas mandou em cima de Monetti. Pouco depois, Borja recebeu levantamento livre na área, mas cabeceou muito mal e para fora. Foi o último lance do colombiano.
Em um misto de vaias ao camisa 9 e celebração por sua saída, Arthur Cabral entrou no jogo. Em seguida, Gustavo Scarpa entrou na vaga de Raphael Veiga e, aí sim, o jogo mudou para o Maior Campeão do Brasil.
Foram necessários apenas seis minutos em capo para que Gustavo Scarpa abrisse o placar. Com 23 jogados, após Monetti salvar o San Lorenzo em cabeceio de Zé Rafael, o camisa 14 do Palestra dominou fora da área, trouxe para a canhota e bateu firme. A bola foi na direção do goleiro argentino, que falhou feio e deixou entrar.
Foi o único momento de felicidade do Palmeiras e de Scarpa no jogo. Sete minutos depois de abrir o placar, o meia caiu com dores no gramado e precisou de atendimento médico. Ele tentou continuar, mas acabou substituído por Lucas Lima, tendo seu nome gritado pela torcida.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 0 SAN LORENZO
Data: 8 de maio, quarta-feira
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Gary Vargas (BOL)
Assistentes: José Antelo (BOL) e Edwar Saavedra (BOL)
Público: 29.204 torcedores
Renda: R$ 1.697.516,65
Cartões amarelos: Mayke, Luan e Felipe Melo (PALMEIRAS); Román Martinez (SAN LORENZO)
GOL
PALMEIRAS: Gustavo Scarpa (23/2T)
PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Victor Luis; Felipe Melo, Moisés e Raphael Veiga (Gustavo Scarpa) (Lucas Lima); Dudu, Zé Rafael e Borja (Arthur Cabral)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
SAN LORENZO: Monetti; Herrera, Gonzalo Rodríguez, Coloccini, Senesi (Peruzzi) e Damián Pérez; Loaiza e Martínez; Fértoli (Juan Salazar), Reniero e Gustavo Torres
Técnico: Jorge Almirón
Mesmo com um jogador a menos em boa parte do segundo tempo, o Flamengo segurou o empate em 0 a 0 com o Peñarol-URU e conquistou a classificação para as oitavas de final da Libertadores. Com o resultado obtido em Montevidéu nesta quarta-feira, os rubro-negros terminaram o grupo D na liderança, com 10 pontos. Já os uruguaios, com a mesma pontuação, estão fora da competição.
Como a LDU-EQU venceu por 4 a 0 o San José-BOL, em Quito, os equatorianos conquistaram a segunda vaga do grupo pelos critérios de desempate. O Peñarol vai ter que se contentar em disputar a Sul-Americana.
O jogo – O Flamengo não deixou Peñarol pressionar e logo com um minuto quase abriu o placar. Em avanço rápido, Arrascaeta deixou Gabigol de frente para Dawson. No entanto, o atacante tentou tirar do goleiro e mandou pela linha de fundo. O Peñarol tinha dificuldade em passar pela marcação rubro-negra. Tanto que a resposta uruguaia veio aos sete, em chute de fora da área de Brian Rodríguez.
Os cariocas não sofriam com o Peñarol, que tinha mais posse de bola, e ainda assustavam nos contra-ataques. O Flamengo teve nova chance de marcar aos 16 minutos. Éverton Ribeiro tabelou com Gabigol e cruzou rasteiro para a pequena área. Bruno Henrique se jogou para tentar a finalização, mas viu a bola passar direto. Depois, foi a vez de Gabigol ser lançado e chutar próximo ao gol.
Com o passar do tempo, os vistantes equilibraram na posse de bola e passaram a chegar com mais intensidade ao ataque. O Flamengo teve duas boas chances de marcar com Bruno Henrique e Willian Arão. O atacante desviou a bola em dividida no alto com o goleiro e viu a bola ir pela linha de fundo. O volante chutou cruzado e não contou com nenhum toque para empurrar para a rede.
Nos minutos finais, os rubro-negros continuaram melhores em campo e ainda desperdiçaram mais duas oportunidades nos acréscimos. Gabigol sozinho da intermediária, mas chutou fraco, em cima de Dawson. Em seguida, Willian Arão cruzou e Bruno Henrique não conseguiu alcançar a bola para mandar para a rede. Assim, o duelo permaneceu empatado até o intervalo.
O segundo tempo começou equilibrado, com as duas equipes em busca do ataque. O Peñarol assustou primeiro em chute de Brian Rodríguez, mas o Flamengo respondeu em seguida com Arrascaeta. O uruguaio recebeu passe na área, mas chutou em cima de Dawson.
Os rubro-negros seguiram desperdiçando boas oportunidades e aos dez minutos, Gabigol recebeu na entrada da área e finalizou para grande defesa de Dawson, que salvou o gol com o pé. Só que os donos da casa quase fizeram em seguida. Após cruzamento, a bola bateu em René e ia em direção do gol. No entanto, Léo Duarte apareceu para salvar os cariocas.
A situação mudou para o Flamengo aos 18 minutos, quando ficou com um jogador a menos. Pará fez falta em Brian Rodríguez e recebeu o segundo cartão amarelo. Na cobrança da falta, Cristian Rodríguez cabeceou com perigo.
Com a vantagem em campo, o Peñarol passou a pressionar o Flamengo. Os uruguaios quase marcaram aos 24 minutos. Giovanni González aproveitou falha da zaga e chutou cruzado, muito perto do gol de César.
Aos poucos, os rubro-negros se acalmaram em campo e melhoraram a marcação. Com isso, os uruguaios pararam de chegar próximos do gol. Nos minutos finais, o Flamengo soube conter uma possível pressão dos donos da casa e ainda desperdiçaram chance incrível com Vitinho. O atacante foi lançado e, de frente para Dawson, chutou em cima do goleiro. Já nos acréscimos, Giovanni González foi expulso e foi o golpe final para a classificação flamenguista em Montevidéu.
FICHA TÉCNICA
PEÑAROL 0 x 0 FLAMENGO
Local: Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu, Uruguai
Data: 8 de maio de 2019, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: José Retamal (Chile) e Cláudio Ríos (Chile)
Cartões vermelhos: Giovanni González (Peñarol); Pará (Flamengo)
PEÑAROL: Kevin Dawson; Giovanni González, Fabricio Formiliano (Trindade), Cristian Lema e Lucas Hernández; Walter Gargano (Canobbio), Guzmán Pereira e Cristian Rodríguez; Brian Rodríguez, Darwin Núñez (Gabriel Fernández) e Viatri
Técnico: Diego López
FLAMENGO: César; Pará, Rodrigo Caio, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Everton Ribeiro e De Arrascaeta (Vitinho); Bruno Henrique (Rodinei) e Gabigol (Diego)
Técnico: Abel Braga
O Cruzeiro perdeu a liderança geral da primeira fase da Copa Libertadores para o Palmeiras. Na noite desta quarta-feira, jogando no Mineirão, o time misto escalado pelo técnico Mano Menezes sofreu um gol no final e acabou derrotado por 2 a 1 pelo Emelec.
Cruzeiro e Palmeiras terminaram com os mesmos 15 pontos, mas o time alviverde, que bateu o San Lorenzo, leva vantagem no saldo de gols. O melhor da primeira fase garante a vantagem de decidir em casa até a semifinal, já que decisão será travada em jogo único na cidade de Santiago do Chile.
Após sofrer a primeira derrota na Copa Libertadores, o Cruzeiro volta suas atenções ao Campeonato Brasileiro. Às 16 horas (de Brasília) deste domingo, o time celeste entra em campo para enfrentar o Internacional, no Estádio do Beira-Rio.
O Jogo – A primeira oportunidade de gol criada em Belo Horizonte foi da equipe visitante. Aos 23 minutos da etapa inicial, Matamoros ganhou dividida de Ariel Cabral e bateu de fora da área. Fábio não foi na bola e ela chegou a desviar no travessão, com muito perigo.
O Cruzeiro conseguiu chegar de maneira consistente ao ataque aos 31 minutos do primeiro tempo. Após cobrança de falta de Edilson para o rumo da área, a bola sobrou para Henrique, que escorou de peito para chute de primeira e perigoso de Ariel Cabral.
O Emelec inaugurou o marcador cinco minutos antes do final do primeiro tempo. Joao Rojas finalizou de longe, a bola bateu no travessão, voltou nas costas do goleiro Fabio e entrou. Na luta pela classificação, o time equatoriano foi ao vestiário confiante no intervalo.
Para o segundo tempo, o técnico Mano Menezes trocou Ariel Cabral por Robinho e sacou Rafinha para a entrada de David. Aos 21 minutos, pouco depois de Thiago Neves substituir Jadson, Sassá dominou dentro da área e bateu firme de esquerda para empatar.
O Emelec marcou o gol da vitória um minuto antes do final do tempo regulamentar. Em chegada pelo lado esquerdo da grande área, Angulo sofreu pênalti claro do lateral Edilson. Na cobrança, o próprio Angulo bateu no canto do goleiro Fabio e aumentou para o time equatoriano.
Após o segundo gol do Emelec, a partida disputada no Mineirão ainda teve mais cinco minutos de acréscimo. Na última tentativa do Cruzeiro, Thiago Neves buscou desvio após levantamento de Robinho, mas a bola ficou nos braços do goleiro Dreer.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 x 2 EMELEC
Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data: 08 de maio de 2019, quarta-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Andres Rojas (COL)
Assistentes: Wilmar Navarro (COL) e John Alexander Leon (COL)
Cartões amarelos: Rodriguinho (CRU); Dreer, Vega e Guerrero (EME)
Gols:
CRUZEIRO: Sassá, aos 21 minutos do 2º Tempo
EMELEC: Rojas, aos 40 minutos do 1º Tempo, e Angulo, aos 44 minutos do 2º Tempo
CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Fabrício Bruno, Léo e Egídio (Dodô); Henrique e Lucas Romero; Ariel Cabral (Robinho), Rodriguinho e David (Rafinha); Sassá.
Técnico: Mano Menezes
EMELEC: Dreer; Paredes, Mejia, Vega e Estacio (Johnson); Godoy, Queiróz (Arroyo) e Matamoros (Caicedo); Rojas, Guerrero e Angulo
Técnico: Mariano Soso
O Grêmio venceu nesta quarta-feira o Universidad Católica, por 2 a 0, na Arena, pela última rodada do Grupo H da Libertadores. Sem correr grandes riscos, os donos da casa se impuseram e conseguiram com relativa tranquilidade conquistar o triunfo. Alisson e Thaciano marcaram para o Tricolor Gaúcho.
Com o resultado, o Grêmio terminou em segundo lugar na chave com 10 pontos. A Universidad Católica ficou em terceiro, com sete, e disputará a Copa Sul-Americana.
Agora, o Grêmio aguarda a definição o seu adversário na próxima fase da competição em sorteio que será na sede da Conmebol, no dia 13 de maio. Pelo Brasileirão, o Tricolor Gaúcho visita no sábado o Corinthians, às 19h00 (de Brasília), na Arena Itaquera.
O jogo – Mesmo com a vantagem de jogar pelo empate, o Grêmio foi para cima dos chilenos desde do começo da partida. Por sua vez, o Católica mostra muitas de dificuldades de atacar os donos da casa.
Em um belo lançamento, aos 22, Michel encontrou Alisson livre na área que só teve o trabalho de deslocar Dituro para abrir o placar. Aos 28, Jean Pyerre cobrou falta na cabeça de Kanneman que quase ampliou. A única chegada perigosa do Católica ocorreu, aos 35, Paulo Victor saiu catando borboleta e mandou no pé de Pinares. O meia mirou no ângulo direito, mas a bola saiu. Por pouco os chilenos não empataram.
Numa troca de passes, aos 40, André encontrou Jean Pyerre que quase fez um golaço. Dituro voou e fez uma linda defesa. A etapa inicial foi sem sustos para o Tricolor Gaúcho que soube controlar o Católica e ainda com justiça conseguiu marcar um gol.
O panorama do confronto seguiu igual no segundo tempo. A equipe gremista tinha mais posse de bola, enquanto Universidad católica especulava cruzamentos na área, porém sem nenhuma consequência.
Primeira chegada gremista com mais perigo na etapa final, aos 17, André tocou de calcanhar para Alisson, que tocou para Everton. O camisa 11 chutou, mas Dituro defendeu. Aos 30, Léo Gomes roubou a bola na direita , invadiu e cruzou rasteio para Thaciano, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede.
Na reta final da partida, o Grêmio tratou de administrar a vantagem e tocou a bola de um lado para o outro. Aos 43, Everton recebeu de Luan e cruzou rasteiro. Kuscevic tentou cortar e quase marcou contra. Assim os gaúchos confirmam a classificação a próxima fase da competição.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 0 UNIVERSIDAD CATÓLICA
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Data: 08 de maio (quarta-feira)
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana-ARG
Assistentes: Hernan Maidana-ARG e Juan Belatti-ARG
Renda: R$1.478. 779,00
Público: 34.187
Cartão amarelo: Kannemann (Grêmio); Cornejo, Fuentes e Lanaro (Univesidad Católica)
Gols: Alisson (Grêmio), aos 28 minutos do primeiro tempo e Thaciano (Grêmio), aos 30 minutos do segundo tempo.
GRÊMIO: Paulo Victor, Léo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez (Capixaba), Michel , Maicon (Luan), Jean Pyerre (Thaciano) e Alisson, Everton e André
Técnico: Renato Portaluppi
UNIVERSIDAD CATÓLICA: Dituro, Magnasco (Lobos), Lanaro, Kuscevic e Conejo, César Fuentes ( Buonanotte), Aued, Pinares e Fuenzalida, Riascos (Saéz) e Puch.
Técnico: Gustavo Quinteros
O Internacional empatou nesta terça-feira com o River Plate por 2 a 2 no Monumental de Núñez pela última rodada do Grupo A da Libertadores. Após um primeiro tempo equilibrado, o Colorado retornou melhor na etapa final e chegou a estar na frente do placar, porém permitiu a igualdade nos acréscimos após falha do goleiro Marcelo Lomba. Rafael Sobis marcou duas vezes para o Inter, enquanto para os argentinos fizeram Álvarez e Lucas Pratto.
Com o resultado, o Internacional terminou em primeiro lugar na chave com 14 pontos. Agora os gaúchos ficam na torcida por outros resultados para terminar com a segunda melhor campanha da competição. E o River finalizou com 10 pontos na segunda colocação.
Agora o Internacional aguarda o sorteio no dia 13 de maio, na sede da Conmebol, para definir o seu adversário nas oitavas de final. Pelo Brasileirão, os gaúchos voltam a campo no domingo quando recebem o Cruzeiro, às 16h (de Brasília), no Estádio Beira-Rio.
O Jogo
O Inter foi a campo sem D´Alessandro, Edenílson e Patrick, que estão pendurados com dois cartões e ficaram no banco de reservas. Já Marcelo Gallardo poupou a dupla de zaga e não teve o atacante Borré, que está suspenso.
O começo de partida por parte dos dois times foi muito estudado. O Colorado ficou postado na defesa e apostou nas jogadas de contra-ataque. Por sua vez, os donos da casa tomaram a iniciativa, porém sem profundidade.
Passado mais de 20 minutos e nenhuma oportunidade clara de gol. Aos 23, Ferreira cobrou a barreira e tentou colocar no ângulo, mas a bola saiu. Aos 27, Lindoso fez lançamento precioso para Nico López, que arrancou em velocidade e chutou. Armani fez grande defesa. A resposta do River veio no minuto seguinte, Pratto recebeu na área e chutou. Lomba brilhou. No rebote, Álvarez cabeceou, mas Moledo tirou em cima da linha.
Em um vacilo da defesa vermelha, os mandantes abriram o placar. Aos 34, Palacios deu um lençol em Dourado e lançou Álvarez. O atacante encobriu o goleiro Marcelo Lomba. Na origem do lance a arbitragem deixou de marcar impedimento. Aos 39, Angileri arrancou em velocidade e tocou para Pratto, que deixou a bola chegar a De La Cruz. O camisa 11 chutou, mas Lomba segurou. Aos 42, Angileri tocou para Álvarez que encontrou Pratto. O centroavante tentou encobrir o arqueiro, mas mandou para fora.
Se aproveitando de um lance de esperteza, aos 44, em falta cobrada por Iago, Lindoso encontrou Rafael Sobis que chutou do meio da rua e deixou tudo igual.
No retorno do segundo tempo, o River imprimiu mais intensidade para tentar pular na frente do marcador. Enquanto o Inter manteve a proposta de especular jogadas de velocidade com Parede e Nico López. Aos 06, Iago avançou pela esquerda e cruzou para Nico, que chutou. A bola desviou e saiu.
Que perigo!
Aos 09, Moledo errou e a bola sobrou para De La Cruz, que acionou Pratto. O centroavante limpou e buscou o ângulo esquerdo de Lomba, mas saiu. Aos 11, Nico cobrou falta na área. Moledo é derrubado por Lollo na área e o árbitro apitou penalidade em favor do Colorado. Aos 13, Rafael Sobis chutou no canto direito de Armani, que voou, mas não defendeu.
Bem melhor no jogo, os visitantes assustaram a meta de Armani. Aos 20, Rafael Sobis ajeitou e Nonato chegou batendo. A bola desviou e quase entrou. As mudanças feitas pelo comandante do River não surtiram efeito. Aos 27, Nonato tocou para Nico, que cruzou para Lindoso. O volante chutou errado. A bola ainda ficou com Nico que, sem ângulo, soltou a bomba. Armani defendeu. Aos 28, De La Cruz recebeu na entrada da área e chutou. A bola tirou tinta do gol de Lomba.
Ovacionado pela torcida, aos 40, D´Alessandro entrou para a saída de Nico López. Nos acréscimos Pottker arrancou em velocidade, invadiu a área e chutou, mas a bola saiu. Aos 47, depois de um cruzamento na área, Lomba falhou feio e soltou no pé de Pratto que não desperdiçou.
Ficha Técnica
River Plate 2 X 2 Internacional
Local: Estádio Monumental de Núñez, na Argentina-ARG
Data: 07 de maio (terça-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Piero Maza-CHI
Assistentes: Alejandro Molina-CHI e Edson Cisternas-CHI
Cartão amarelo: Lollo, Lucas Pratto (River Plate), Rodrigo Moledo (Inter), Victor Cuesta (Inter)
Gols: Álvarez (River Plate), aos 34 minutos, Rafael Sobis (Internacional), aos 44 minutos do primeiro tempo, Rafael Sobis (Internacional), aos 13 minutos e Lucas Pratto (River Plate), aos 47 minutos do segundo tempo.
River Plate: Armani; Mayada, Rojas, Lollo e Fabrizio Angileri; Zuculini (Enzo Pérez), Palacios (Carrascal), Ferreira (Fernández) e Nicolás De La Cruz; Álvarez e Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo
Internacional: Marcelo Lomba, Zeca, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago, Rodrigo Dourado, Lindoso, Nonato (Patrick) e Guilherme Parede, Nico López (D´Alessandro) e Rafael Sobis (Pottker). Técnico: Odair Hellmann
Foi definido na noite desta terça-feira o último time classificado às oitavas de final da Copa do Brasil. Visitando o Vila Nova no estádio Serra Dourada, em Goiás, o Juventude segurou o ímpeto dos donos da casa no tempo regulamentar, empatando novamente sem gols, e nas penalidades foi mais eficiente, saindo de campo com a tão sonhada vaga ao superar os donos da casa na marca da cal por 4 a 3.
Com o resultado, o Juventude terá pela frente nas oitavas de final da Copa do Brasil o Grêmio, que se enfrentaram nas quartas de final do Campeonato Gaúcho deste ano. Na ocasião, o time comandado pelo técnico Renato Portaluppi goleou a equipe de Caxias do Sul por 6 a 0.
O jogo – O Vila Nova começou a partida de forma avassaladora. Logo aos seis minutos de partida, Felipe Rodrigues fez a ultrapassagem pela direita, chegou na linha de fundo e cruzou rasteiro para Gustavo Mosquito, que finalizou de letra e carimbou a trave do goleiro do Juventude. Já aos 11 minutos, Rafael Silva recebeu lançamento, sai cara a cara com o goleiro e deu um toque por cima para encobri-lo, mas, no meio do caminho, a zaga rival apareceu bem para evitar o gol.
A pressão alvirrubra continuou no estádio Serra Dourada. Aos 12 minutos, Philipe Maia subiu mais alto que os marcadores do Juventude após cobrança de escanteio e cabeceou firme, assustando o goleiro Carné. Depois, em outra jogada de bola parada, aos 18, Alan Mineiro levantou no primeiro pau, e Rafael Silva desviou de carrinho, tirando tinta da trave rival.
Somente nos minutos finais do primeiro tempo o Juventude, enfim, respondeu. Aproveitando o cansaço do Vila Nova, os visitantes chegaram a balançar as redes aos 38, quando João Paulo cobrou escanteio fechado e acabou marcando um gol olímpico, porém, o árbitro marcou falta no goleiro Rafael Santos no lance.
Segundo tempo
Na etapa complementar, o Vila Nova seguiu determinado a abrir o placar e ficar mais próximo da tão sonhada vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. Logo no primeiro minuto do segundo tempo, Alan Mineiro recebeu pela direita e soltou uma bomba de fora da área, forçando o goleiro Carné a fazer boa defesa.
Daí em diante o Vila Nova até seguiu pressionando o Juventude, mas sem levar perigo real à meta adversária. Rodando a bola de um lado para o outro, os donos da casa procuravam algum espaço que pudessem explorar, mas os gaúchos se mantiveram firmes para segurar o ímpeto alvirrubro.
Aos 34 minutos, o técnico Eduardo Baptista apostou sua última ficha no experiente Danilo, ex-Corinthians, na tentativa de marcar o gol da classificação a qualquer custo, porém, nem mesmo o jogador multicampeão pôde quebrar o forte sistema defensivo do Juventude. Embora o Vila Nova tenha ido às redes aos 46 minutos em cabeçada de Felipe Rodrigues após cobrança de escanteio, o juiz sinalizou falta do defensor. Desta forma a vaga teve de ser mesmo decidida nas penalidades.
Penalidades
Nas penalidades, melhor para o Juventude, que, apesar de ter desperdiçado a primeira cobrança, conseguiu a virada graças ao chute na trave de Danilo e à defesa de Carné no arremate de Patrick e acabou vencendo o Vila Nova por 4 a 3.
“A Copa Sul-Americana é a segunda divisão da Libertadores da América”. Com essa frase, o Presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, definiu a competição ao ser eliminado, na edição 2018. Nesta terça-feira, após muita luta e sofrimento, o Galo venceu o Zamora, por 2 a 1, em duelo disputado na Venezuela, pela última partida da fase de grupos da Copa Libertadores. Por já estar eliminado no torneio, sem chances de avançar para a próxima fase, o triunfo mineiro em solo venezuelano tem como premiação justamente disputar a Série B do continente.
O resultado deixou o Galo com seis pontos do Grupo E, com duas vitórias e quatro derrotas. A equipe mineira superou o Zamora, que ficou na última colocação, com apenas três tentos. Cerro e Nacional se classificaram para a fase seguinte.
O duelo desta noite mostrou o Atlético com dois tempos diferentes. Na etapa inicial, foi melhor, segurou o jogo, conseguiu criar e marcou os dois tentos. Na segunda parte, sofreu um gol, passou aperto em campo, não conseguiu criar nada e, por pouco, não perdeu a classificação. O Galo deixou o gramado com três zagueiros e sem atacantes.
A equipe mineira agora se prepara para o duelo contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão. No torneio nacional, o Galo está na liderança, o único grupo que sustenta 100% de aproveitamento.
Primeiro tempo
O Atlético entrou em campo com a equipe bastante alterada para o jogo contra o Zamora. O Galo está muito focado no Brasileirão, competição que ainda sustenta a primeira colocação, com 100% de aproveitamento, e a comissão técnica entendeu, com apoio da fisiologia, que alguns atletas precisavam de descanso. Com isso, Rodrigo Santana mudou a defesa, o meio e no ataque, colocando uma equipe alternativa.
O Atlético iniciou a partida com mais posse de bola, trocando mais passes e criando mais oportunidades. Demorou apenas quatro minutos para que o grupo brasileiro criasse a primeira oportunidade clara de marcar o primeiro tento. Alerrandro, na frente, na vaga de Ricardo Oliveira, movimentava bastante e dava mobilidade ao time preto e branco.
O Galo, todavia, tinha alguns problemas. A equipe distanciava nas linhas e não colocava velocidade na troca de passes. No meio campo o Atlético tinha um problema, com o meia Vinícius Goes vivendo noite apagada e pouco participativa.
Aos 24 o Galo conseguiu o primeiro gol. Em troca de passes – uma das poucas em alta velocidade – o Atlético precisou de nove toques na bola para sair da defesa para o ataque e para Fábio Santos cruzar na medida para Alerrandro mandar para o fundo das redes.
O Galo seguiu melhor em campo, com suas linhas bem montadas, dando poucas oportunidades para o Zamora invadir sua defesa. Não demorou até a equipe mineira conseguir ampliar.
Aos 35, com uma falha do goleiro adversário, a bola chegou em Patric. O ala cruzou e Alerrandro mostrou novamente oportunismo para colocar a bola no fundo das redes.
O momento de maior perigo que o Galo viveu foi aos 44. Em chute forte de Maza, de fora da área, Cleiton se esticou todo para defender.
Segundo tempo
O Zamora voltou superior em campo. O 4-1-4-1 do Atlético não estava mais funcionando e a equipe venezuelana encontrava espaços de flutuação entre as linhas. O grupo alvinegro aliviou na marcação e, com isso, facilitava nas chegadas.
Aos 12, Ramírez tenta o drible dentro da área e é derrubado na área por Igor Rabello. O árbitro marcou pênalti imediatamente. No minuto seguinte, na cobrança, Ignacio Gonzalez, com uma categoria impressionante, colocou no fundo das redes.
O Zamora partiu para o ataque. A equipe pressionava de todas as maneiras e o Galo se segurava. Vendo a situação crítica que sua equipe tinha em campo, Santana colocou o volante José Welison na vaga de Nathan. O Atlético deixou sua defesa mais forte, mas seu ataque terrível, com Maicon Bolt tendo atuação sofrível.
Minutos depois, foi à vez de Alerrandro deixar o gramado para a entrada de Luan. O Galo tentava se segurar em campo.
No finalzinho do jogo, o Estádio La Carolina ficou com a iluminação prejudicada, mas restando apenas três minutos o árbitro conseguiu finalizar o jogo com as equipes em campo.
FICHA TÉCNICA:
ZAMORA 1 X 2 ATLÉTICO
Local: Estádio La Carolina, Venezuela
Data: 07 de Maio de 2019 (Terça-feira)
Horário: 19h15 (horário de Brasília)
Árbitro: Carlos Hererra Bernal (COL)
Assistentes: Não divulgados
Gols: Alerrandro, aos 24 e 35 do primeiro tempo (Atlético); Ignácio Gonzalez, aos 13 do segundo tempo (Zamora)
Cartões: De la hoz, Mayker González (Zamora); Adilson, Nathan (Atlético)
ATLÉTICO – Cleiton, Patric, Rever, Igor Rabello, Fábio Santos, Jair, Adilson, Nathan (José Welison), Maicon Bolt, Vinícius e Alerrandro (Luan).
Técnico: Rodrigo Santana.
ZAMORA – Graterol, De La Hoz, Castro, Ignácio González, Mayker Gonzaléz (Mena), Oscar Hernandez, Gallardo, Pedro Ramírez, Maza, Romero, Paiva (Rojas)
Técnico: Navas.
O Anfield Stadium, na Inglaterra, foi palco de uma partida histórica nesta terça-feira. Pelo duelo de volta das semifinais da Liga dos Campeões, o Liverpool fez o impossível e, sem Salah e Firmino, goleou o Barcelona por 4 a 0 no tempo normal, revertendo o placar de 3 a 0 construído pelos catalães no primeiro encontro. Origi (duas vezes) e Wijnaldum (duas vezes) fizeram os gols dos Reds, que chegam à final do torneio pela segunda temporada seguida.
Na finalíssima, os comandados de Jurgen Klopp irão encarar o vencedor do confronto entre Ajax e Tottenham, que farão o jogo da volta nesta quarta-feira, a partir das 16h (no horário de Brasília). Na Amsterdam Arena, um empate classifica os holandeses, enquanto os ingleses tentarão reverter a derrota por 1 a 0 sofrida em Londres.
Vale lembrar que, neste ano, a maior decisão do futebol europeu será realizada no estádio Wanda Metropolitano, em Madri, na Espanha. O grande campeão do velho continente será conhecido no próximo dia 1 de junho (sábado).
Liverpool respira
O duelo começou quente em Anfield. No primeiro lance de perigo, Mané recebeu pela esquerda e serviu Shaqiri no meio. O suíço pegou bem mal na bola, mas ela sobraria limpa para Henderson empurrar na segunda trave, não fosse pelo preciso corte de Jordi Alba.
O Liverpool continuou em cima e, aos seis minutos, conseguiu o que muitos achavam impossível. Após lançamento errado de Matip, Alba recuou errado e Mané ficou com a bola. No bico da área, o senegalês percebeu a infiltração de Henderson pelo meio e serviu o volante, que se livrou de Piqué e saiu na cara do gol. O chute saiu fraco e foi defendido por Ter Stegen, que, no rebote, viu Origi aparecer livre para empurrar: 1 a 0, para delírio da torcida anfitriã.
Aos 13, veio a resposta do Barcelona. Após ótima inversão de Vidal, Coutinho dominou pela esquerda e tocou para Alba na ultrapassagem. O lateral esquerdo chegou ao fundo e rolou para trás, para a chegada de Messi, que bateu com a canhota e obrigou Alisson a espalmar para escanteio.
Aos 17, o Barça saiu em contra-ataque rápido. Messi arrancou pelo meio, e, chegando na meia lua, serviu Coutinho pela esquerda. Dentro da área, o brasileiro chegou batendo e só não empatou o jogo porque Alisson caiu para defender. Na sequência, Messi arriscou da entrada da área e a bola passou lambendo o pé da trave direita.
Com 22 rodados, foi a vez de Robertson levar perigo ao gol adversário. Após lançamento em profundidade, Mané dominou pela esquerda e rolou para a chegada de Robertson. O lateral não pensou duas vezes e soltou a bomba de canhota, exigindo uma ótima defesa de Ter Stegen.
O duelo continuou tenso na Inglaterra, e muito por isso as equipes passaram a ter dificuldades para chegar à frente. Incomuns erros de passe surgiam com frequência, sobretudo no último terço de campo. Melhor para os visitantes, que administravam o resultado e a vantagem no placar agregado. As duas últimas boas chances de gol aconteceram já nos acréscimos.
Em boa trama ofensiva, Sergi Roberto carregou pela intermediária e serviu Messi na entrada da área. O argentino bateu de primeira, rasteiro, buscando o canto direito, mas a bola passou rente à trave. Um minuto depois, o mesmo Messi deu um passe magistral para Alba no meio da zaga britânica. O lateral ficou na cara do gol, mas Alisson saiu muito bem e bloqueou a finalização.
Virada histórica
Na volta dos vestiários, o Liverpool partiu em busca do segundo gol, que por muito pouco não saiu aos quatro minutos. Após cobrança de escanteio pela esquerda, Van Dijk ganhou a disputa com Lenglet e, com o pé direito, obrigou Ter Stegen a dar uma amostra de seus reflexos e fazer a defesa no meio do gol.
O Barça respondeu na sequência, aos sete minutos, com Messi acionando Suárez entre os zagueiros do time da casa. O uruguaio teve tempo suficiente para dominar, ajeitar e chutar, mas não pegou em cheio na bola e viu Alisson fazer a defesa.
Com nove rodados, os Reds deram mais um banho de ânimo a seus torcedores. Na saída de bola dos catalães, Rakitic passou mal e a redonda ficou com Arnold pela direita. O lateral cruzou rasteiro e Wijnaldum apareceu para completar, vencendo Ter Stegen, ampliando a vantagem britânica e renovando as esperanças em Anfield.
E, o que já estava bom, ficou ainda melhor. Dois minutos depois, o Liverpool trabalhou a jogada pela esquerda, Shaqiri recebeu e fez o levantamento para a área. Iluminado, Wijnaldum subiu com liberdade e testou a bola no ângulo esquerdo, sem qualquer chances de defesa: 3 a 0 e empate no placar agregado.
Com 21 rodados, Rakitic pegou a zaga do Liverpool no contrapé e lançou Messi em profundidade. O argentino matou no peito e emendou um chute firme, mas pouco preciso. Parou em Alisson.
Aos 34 minutos, porém, o improvável tomou forma de vez. Em um lance de pura perspicácia, Arnold pegou a zaga do Barça totalmente desprevenida e, pela direita, cobrou o escanteio de surpresa, encontrando Origi completamente livre dentro da área. O belga bateu de primeira e fez o quarto, levando Anfield ao delírio.
Totalmente atordoado em campo, o Barcelona tentava reunir forças para frear a atuação brilhante dos ingleses. Mas, de fato, não era dia. Vitória merecida dos comandados de Klopp, que chegam à final da Liga dos Campeões pela segunda temporada consecutiva.
Garantido no primeiro lugar da chave A, o Internacional enfrenta nesta terça-feira o River Plate, às 21h30, no Monumental de Núñez, pela última rodada da fase classificatória da Libertadores. O Colorado luta para ter uma das melhores campanhas e busca pelo menos um empate ou vitória no confronto de amanhã.
Com dois cartões amarelos, Edenílson, Patrick e D´Alessandro devem ser preservados no duelo diante dos argentinos. Recuperado de dores no joelho esquerdo, o volante Rodrigo Dourado retorna ao time titular.
No setor do meio-campo entram Nonato, Sarrafiore e Pottker ou Guilherme Parede. Já o restante do time será o mesmo que vem atuando nas últimas partidas.
Depois de um início irregular na competição, o River Plate confirmou passagem a fase seguinte na segunda posição com nove pontos. Em cinco jogos, os comandados de Marcelo Gallardo conseguiram duas vitórias e três empates.
Após cumprir suspensão pelos incidentes na final do ano passado, o River poderá receber torcedores em seu estádio. De La Cruz que entrou bem no jogo do Beira-Rio permanece no time titular. Suspenso, o atacante Borré fica de fora e será substituído por Suárez. Por fim, outros atletas podem ser preservados porque podem desfalcar o time argentino nas oitavas de final.
Ficha Técnica
Local: Estádio Monumental de Núñez, na Argentina-ARG
Data: 07 de maio (terça-feira)
Horário: 21h30(de Brasília)
Árbitro: Piero Maza-CHI
Assistentes: Alejandro Molina-CHI e Edson Cisternas-CHI
River Plate: Armani; Mayada, Lucas Martínez, Javier Pinola e Fabrizio Angileri; Enzo Pérez, Leonardo Ponzio, Ignacio Fernández e Nicolás De La Cruz; Suaréz e Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo
Internacional: Marcelo Lomba, Zeca, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago, Rodrigo Dourado, Nonato, Sarrafiore e Pottker (Guilherme Parede), Nico López e Paolo Guerrero. Técnico: Odair Hellmann