A cobertura de telefonia 4G já está em 4.485 dos 5.570 municípios brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), a tecnologia está disponível a 95,7% da população brasileira.

Ainda de acordo com a Telebrasil, 6 milhões de novos celulares com a tecnologia 4G foram ativados nos primeiros três meses de 2019. No período de um ano, março de 2018 e março de 2019, 25,5 milhões de novos chips 4G foram ativados no país. Isso representa um aumento de 23% no número de chips 4G.

O 4G permite maior velocidade de navegação na internet, com até 100 megabits por segundo (Mbps) de download. A tecnologia chegou ao Brasil em 2013, tendo as primeiras antenas instaladas nas cidades que receberiam a Copa das Confederações (Fortaleza, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília). O torneio antecedeu a Copa do Mundo, realizada no Brasil no ano seguinte.

O número de municípios conectados à rede 3G também cresceu no Brasil, chegando a 5.407 municípios em março. O Brasil agora tem 207 milhões de acessos à internet pela rede móvel. Ao se considerar também os acessos fixos, o número sobe para 238,2 milhões no país.

Agencia Brasil

O Instagram anunciou nesta semana um novo recurso chamado contagem privada de curtidas. A ideia é ocultar o número de vezes que a sua foto foi curtida por outros usuários no aplicativo – mas você ainda tem acesso aos dados de contagem. A novidade foi detalhada no evento F8, a conferência anual para desenvolvedores do Facebook (dono do Instagram), realizada nos Estados Unidos e transmitida via Facebook.

A função ainda não será liberada para todos. Trata-se de um teste que acontecerá no Canadá.

Segundo a empresa, a proposta de esconder as curtidas é para evitar que o número de curtidas em fotos seja mais importante do que a conexão entre usuários que o aplicativo proporciona.

A lógica das curtidas pode ser positiva quando uma foto tem uma grande quantia de curtidas, mas pode ser negativa se uma publicação não tem essa performance.

O Instagram não informou se pretende liberar a contagem privada de curtidas para todos os usuários, mas a empresa deve avaliar os resultados do projeto-piloto no Canadá antes de replicá-lo a outros mercados, como o Brasil.

Exame

Estudantes brasileiros ganharam o torneio de robótica First Championship, realizado em Houston, nos Estados Unidos. A equipe do Serviço Social da Indústria (Sesi) da cidade de Americana, em São Paulo, sagrou-se campeã, superando mais de 100 grupos de alunos de 9 a 16 anos de diversos países.

A equipe do Sesi de Jundiaí, município também em São Paulo, foi a terceira na classificação geral. Ainda entraram no pódio duas equipes de cidades pauliistas: uma do Sesi Birigui, na categoria melhor apresentação de projeto de pesquisa, e outra do Sesi de Rio Claro, que ficou na segunda colocação na categoria programação de robô.

Antes da participação na competição internacional, o Sesi promoveu entre 2017 e 2018 uma bateria de torneios regionais e um nacional. A equipe de Rio Claro teve o melhor desempenho na disputa nacional, vencendo 83 participantes de 20 estados.

Já a equipe de Jundiaí, que conquistou o terceiro lugar no World Festival, havia ficado na segunda colocação no campeonato nacional.

O torneio First Championship é promovido por uma organização não governamental chamada First, em parceria com a empresa de brinquedos Lego. Além da etapa em Houston, em maio, ocorrerá outra disputa na cidade de Detroit, nos Estados Unidos.

As equipes devem construir robôs e colocá-los para desempenhar determinadas tarefas. Neste ano, o tema foi água. Entre as missões apresentadas estiveram remover canos quebrados ou virar tampas de bueiros. Há limite de tempo para cada tarefa.

Milhares de pessoas em todo o mundo estão usando senhas muito fáceis de adivinhar.

Análise levou em conta as 100 mil senhas mais comuns que foram acessadas por terceiros em ataques cibernéticos globais

Análise levou em conta as 100 mil senhas mais comuns que foram acessadas por terceiros em ataques cibernéticos globais
Foto: Getty Images / BBC News Brasil


É o que indica um estudo feito pelo Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido (NCSC, na sigla em inglês), que identificou a sequência 123456 como a senha mais comum de contas violadas. A análise levou em conta as 100 mil senhas mais comuns que foram acessadas por terceiros em ataques globais. 

O estudo ajudou a descobrir as lacunas no conhecimento cibernético que podem deixar usuários em risco.

O NCSC recomenda que as pessoas escrevam três palavras aleatórias, mas que sejam fáceis de memorizar, para usá-las juntas como uma senha única e forte.

Dados sensíveis
O NCSC analisou bancos de dados públicos de contas violadas para ver quais palavras, frases e cadeias de caracteres os usuários dessas contas usavam.

No topo da lista estava o 123456, aparecendo em mais de 23 milhões de senhas. Na sequência, os analistas encontraram "qwerty", "password" e 1111111 como as senhas das contas mais hackeadas.

"qwerty" é a sequência de letras da parte superior dos teclados em inglês e "password" significa "senha".

Liverpool, time do campeonato inglês e nome da cidade dos Beatles, apareceu como uma das palavras mais usadas como senha de contas que foram violadas

Liverpool, time do campeonato inglês e nome da cidade dos Beatles, apareceu como uma das palavras mais usadas como senha de contas que foram violadas
Foto: AFP / BBC News Brasil


Na base de dados usada pelo estudo, havia ainda nomes em inglês usados como senha consideradas pelos britânicos como fáceis de adivinhar. Entre eles Ashley, Michael, Daniel, Jessica e Charlie.

Times de futebol que disputam a Premier League também apareceram na lista, com Liverpool em primeiro e Chelsea em segundo. E a banda americana de rock Blink-182 ficou em primeiro na lista de músicos usados como senha.

As pessoas que usam sequência de números, palavras ou nomes muito conhecidos como senha se colocam sob o risco de serem hackeadas, explica Ian Levy, director-técnico do NCSC.

"Ninguém deve proteger dados confidenciais com algo que possa ser adivinhado, como seu primeiro nome, time de futebol local ou banda favorita", disse ele.

Além de analisar senhas violadas, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido pesquisou hábitos de internautas

Além de analisar senhas violadas, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido pesquisou hábitos de internautas
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Além de analisar senhas que foram "quebradas", o estudo do NCSC também questionou britânicos sobre seus hábitos e medos em relação à segurança cibernética.

Os pesquisadores descobriram que 42% esperam perder algum dinheiro com fraudes online e apenas 15% disseram que se sentiam seguros de que sabiam o suficiente para se proteger no mundo virtual.

Constatou-se ainda que menos da metade dos entrevistados usou uma senha separada e difícil de adivinhar para sua conta de e-mail principal.

O especialista em segurança Troy Hunt, que mantém um banco de dados de dados de contas hackeadas, disse que escolher uma boa senha tende a ser o maior tipo de controle individual das pessoas em relação à segurança online.

Para ele, fazer com que as pessoas saibam quais senhas foram amplamente hackeadas deve levar os usuários a fazer melhores escolhas.

terra.com.br

Nesta quinta-feira (18) temos o aniversário de um dos indivíduos mais importantes da internet brasileira. Não é uma pessoa, nem uma organização: é o domínio ".br", que completa 30 anos de existência.

Operado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o ".br" vem operando há três décadas e firmou-se como um do maiores ccTLD (country-code Top Level Domain) do mundo. São mais de 4 milhões de nomes registrados nele e que englobam uma vasta variedade de sites de diversas áreas. Vale lembrar que o ccTLD significa domínio nacional de nível superior, sendo um domínio reservado para ser usado por países.

O nascimento do ".br" ocorreu em de 18 de abril de 1989, quando Jon Postel, cientista de computação que contribuiu de forma grandiosa para o desenvolvimento da internet, era responsável pela atribuição de ccTLDs e delegou o ".br" ao grupo que operava redes acadêmicas na Fapesp. Um detalhe interessante é que, dessa forma, o ".br" marcou a presença no Brasil antes mesmo da conexão à internet estar estabelecida no país. Foi somente em 1991, quando o acesso à internet já estava estabelecida por aqui, que foram apresentados subdomínios como o "gov.br", "com.br", "net.br", "org.br" e "mil.br". Até agora, eles são usados em larga escala e são destinados, respectivamente, ao Governo, empresas, organizações sem fins de lucro e as forças armadas.

Pouco a pouco a internet mostrava ao mundo todo o seu potencial e, com o início da fase comercial dela, o nosso ".br" também começou a crescer rapidamente. De 851 domínios existentes no início dessa fase, a quantidade de “.br” registrados já alcançava mais de 7.500 no final de 1996. Com a automatização do processo do registro, o número passou a subir freneticamente, atingindo a marca de 1 milhão de domínios em 2006.

 Atualmente com mais de 4 milhões de nomes registrados, o domínio brasileiro situa-se entre um dos maiores ccTLDs do mundo, em sétimo lugar, ficando na frente de outros grandes nomes como “.eu” (União Europeia, em oitavo), “.fr” (França, em nono) e “.it” (Itália, em décimo). Além disso, com a criação de novos subdomínios, pôde ser observada a aparição de mais de 120 opções. Há categorias para interesses específicos (como "ong.br", "art.br", "eco.br"), para profissionais liberais ("bio.br", "adm.br", "mus.br", "med.br", "eng.br", entre outros), que identificam cidades (por exemplo, "rio.br", "manaus.br", "cuiaba.br", "floripa.br", "foz.br"), entre outras.

De acordo com a pesquisa TIC Empresas 2017, do CGI.br, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do NIC.br, temos ainda a informação de que, no Brasil, 92% das empresas que possuem website usam o domínio ".br".

Sendo originalmente restrito a indivíduos e empresas no país, o domínio brasileiro se vale de recursos de segurança importantes como a autenticação por token e resolução de DNS com garantia de segurança e criptografia. Contando com numerosas cópias de servidores no Brasil e no mundo, há também uma garantia de serviço estável e contínuo.

Outro detalhe importante é que, assim como muitos já devem ter notado, alguns sites reencaminham o acesso para outros idênticos. Isso ocorre por causa do recurso de “redirecionamento de página” do ".br", permitindo que as pessoas possam usufruir da internet de uma forma satisfatória, pois elas utilizarão o serviço desejado, como as redes sociais ou a qualquer outra URL, através do redirecionamento para uma página mais estável, sem perder sua identidade original.

Canaltech

O maior avião do mundo em envergadura voou neste sábado (13) pela primeira vez sobre o deserto de Mojave, na Califória (EUA). A máquina, batizada de Stratolaunch, tem 117 metros de envergadura - maior que um campo de futebol oficial (até 110 metros).

© Stratolaunch / divulgação

O avião foi desenvolvido pela empresa de mesmo nome e quebra um recorde de 71 anos, que pertencia anteriormente ao hidroavião Hughes H-4 Hercules. Este possuía 98 metros de envergadura, e voou pela primeira vez em 1947.

O Stratolaunch possui um comprimento de 73 metros, do nariz à cauda.

© Stratolaunch / divulgação

A Stratolaunch é uma empresa criada em 2011 por um co-fundador da Microsoft, Paul Allen (1953-2018). Segundo a empresa, o objetivo é que o avião funcione como uma plataforma móvel para o lançamento de satélites.

A ideia é baratear o lançamento, reduzindo custos em relação aos foguetes lançados do solo.

a fighter jet flying through a blue skya group of people standing in the grass

O aparelho consiste em duas máquinas gêmeas, sustentadas por seis motores a jato. Neste sábado, ele voou durante duas horas e meia sobre o deserto, atingindo velocidades de 274 km/h e a altitude de 4.572 metros.

O piloto, Evan Thomas, disse a jornalistas que a experiência foi "fantástica" e que "na maior parte do tempo, o avião voou como previsto".

Neste voo inaugural, a equipe avaliou a performance do aparelho e sua manobrabilidade. O pouso ocorreu sem incidentes, segundo a empresa.

Em seu site, a Stratolaunch diz que seu objetivo é tornar "o acesso à órbita terrestre tão rotineiro quanto pegar um voo comercial é hoje".

"A asa central reforçada suporta múltiplos veículos de lançamento de satélites, cujo peso pode chegar a mais de 220 mil toneladas", diz uma nota publicada pela empresa.

O bilionário britânico Richard Branson, dono da companhia Virgin Galactic, também está desenvolvendo um veículo parecido, cujo objetivo é lançar satélites a partir de uma grande altitude.

Embora a Stratolaunch descreva seu avião como o "maior do mundo", há outros que o superam em comprimento do nariz à cauda. 

MSN

A Microsoft está em vias de trazer a função de compartilhamento de telas em chamadas via Skype para aparelhos iOS e Android, segundo um post da empresa no blog da comunidade do app de mensagens. Ainda em fase beta, o novo recurso ainda não tem data oficial de lançamento, mas a maioria dos betas do Skype ficam em testes por menos de um mês, então a chegada dessa novidade pode vir antes do que esperamos.

Segundo o blog, a recomendação é a de que a função de compartilhamento seja utilizada em calls para exibir apresentações em Powerpoint, documentos importantes no Word ou Edge (para arquivos em PDF) ou, em atividades mais atreladas ao lazer, “visualizar a tela durante o uso de apps de relacionamento” ou fazer compras online entre amigos. Não vejo muito sentido em mostrar aos outros para quem dou “like” no Tinder, mas a ideia de compras em conjunto pode ser interessante.

O uso do compartilhamento de telas vem sendo feito em medida gradual, para participantes do programa de testes beta do Skype. Com essa função, a empresa se aproxima (e amplia a concorrência) de companhias já conhecidas do setor corporativo, que já têm produtos na mesma linha, como Cisco WebEx, GoTo Meeting e Zoom, para citar algumas. É possível se inscrever ao programa de betas por meio da própria página do Skype (linkada abaixo).

(Imagem: Reprodução/Microsoft)

(Imagem: Reprodução/Microsoft)

 

Microsoft Answers; Skype Insider

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