Trabalhadores da Petrobras fazem greve geral em Montevidéu
A capital uruguaia vive na manhã de hoje (22), greve geral em apoio aos trabalhadores da empresa MontevideoGas, subsidiária da Petrobras no país.
A capital uruguaia vive na manhã de hoje (22), greve geral em apoio aos trabalhadores da empresa MontevideoGas, subsidiária da Petrobras no país.
A última manobra da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para concretizar a separação britânica da União Europeia (UE) fracassou nesta quarta-feira (22), poucas horas depois de sua proposta de votação de um segundo referendo e de uma relação comercial mais próxima com o bloco se mostrarem incapazes
presidente do Irã, Hassan Rouhani, afirmou que o país não cederá a pressões dos Estados Unidos (EUA).
Em discurso ao povo iraniano nessa terça-feira (21), Rouhani disse que "os que ameaçam o Irã vão se arrepender", e afirmou que os iranianos não cederão ao bullying de outras potências.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, propôs nessa segunda-feira (20) antecipar as eleições para a Assembleia Nacional, que é comandada pela oposição.
A maioria na Casa legislativa foi conquistada pela oposição na eleição realizada no fim de 2015, e as próximas eleições parlamentares estão agendadas para 2020.
Também nessa segunda-feira, a Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela aprovou, por unanimidade, a prorrogação de funcionamento por mais um ano e meio, até 31 de dezembro de 2020.
O presidente da Assembleia, Diosdado Cabello, o segundo homem forte do governo venezuelano, disse que os constituintes estenderam seu trabalho "para continuar cumprindo as tarefas encomendadas" pelo presidente Nicolás Maduro.
Formada por 545 autoridades, a Constituinte está em operação desde agosto de 2017 e deveria funcionar até agosto deste ano.
Oposição
A oposição venezuelana contratou o advogado especializado em dívidas Lee Buchheit para ajudar a reestruturar o déficit de mais de US$ 150 bilhões do país, sugerindo que poderia adotar uma postura mais dura com relação a investidores que detêm títulos inadimplentes.
Buchheit, ex-advogado da Cleary Gottlieb, que representou diversos governos em negociações de dívidas com investidores, publicou um artigo acadêmico no ano passado sugerindo caminhos para um futuro governo da Venezuela minimizar o repagamento de dívidas.
A medida vem após quase quatro meses de uma disputa de poder entre o presidente Nicolás Maduro e Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional controlada pela oposição, que invocou a Constituição do país para assumir uma presidência interina em janeiro, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 era ilegítima.
Guaidó foi reconhecido como líder legítimo da Venezuela por dezenas de países, incluindo os Estados Unidos (EUA), que permitiram que seus advogados representassem o país em batalhas judiciais com credores. Um tribunal concedeu uma suspensão de ações contra a estatal petrolífera PDVSA por dívidas não pagas devido à crise política na Venezuela.
A tarefa mais imediata para uma possível reestruturação é proteger a Citgo, uma refinaria dos EUA de propriedade da PDVSA. Na semana passada, a oposição fez um pagamento de juros de US$ 71 milhões sobre títulos fundamentados em ações da Citgo, mas outros credores ainda poderiam tentar tomar a empresa para cobrar dívidas pendentes.
Em outubro, Buchheit coassinou o artigo que argumentava que a Venezuela seria uma candidata a se beneficiar de possível ordem executiva norte-americana que protege seus ativos contra a apreensão por parte dos credores. Isso facilitaria uma "solução ordenada" para a mesa de negociações e até mesmo para os devedores relutantes em aceitar perdas em suas participações, disse ele.
O Ministério da Informação não respondeu ao pedido da agência para comentar a situação.
Buchheit representará a Venezuela, de acordo com José Ignacio Hernández, que Guaidó denominou procurador especial representando os interesses do país no exterior.
Agencia Brasil
Há poucos sinais da crise pela qual passa a Venezuela no restaurante La Esquina, localizado em uma região nobre da capital do país, Caracas.
Música sai dos alto-falantes escondidos em meio à vegetação exuberante. O moderno bar no jardim tem vista para a piscina, peça central do restaurante. No interior, há uma parede inteira de opções de vinhos finos para os clientes, enquanto o menu inclui itens como carpaccio, poke e azeite trufado.
Este restaurante está a um mundo de distância de grande parte da Venezuela, onde cerca de 90% das pessoas vivem na pobreza e a inflação atingirá 10.000.000% neste ano, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Com o salário mínimo em torno de US$ 5 (R$ 20), a maioria das pessoas tem dificuldades de pagar por uma dúzia de ovos ou um simples saco de arroz.
Enquanto isso, no lado mais abastado da cidade, há um pequeno supermercado que vende produtos importados para aqueles em melhores condições. A maioria dos clientes são estrangeiros e os venezuelanos mais ricos, inclusive os chamados "boligarcas" - apelido dado à nova oligarquia que se deu bem sob a "revolução bolivariana" de Hugo Chávez (19564-2013) e Nicolás Maduro.
Nas prateleiras, há pasta de queijo gourmet, azeitonas e caviar. Uma perna de jamón serrano, um tipo de presunto espanhol curado, custa US$ 1,8 mil (ou quase R$ 7,2 mil).
Em um país que já foi um dos mais prósperos da região, restam poucos lugares como este. Mas, mesmo nos piores momentos, é notável que eles ainda existam.
Ronald Balza Guanipa, reitor da faculdade de Economia da Universidade Católica Andres Bello, em Caracas, diz que os clientes destes negócios se limitam a dois tipos de venezuelanos: aqueles que recebem dinheiro de parentes no exterior e aqueles que recebem salários em outras moedas.
São um resultado, afirma ele, de épocas anteriores, quando as receitas do petróleo eram altas e os venezuelanos podiam economizar. Mas isso mascara uma realidade difícil mesmo para os mais privilegiados.
"Só porque há pessoas que ainda podem comer em restaurantes não significa que elas conseguem obter todos os medicamentos de que precisam", diz Guanipa. "Elas não podem planejar a educação de seus filhos, comprar peças de carros ou pensar no futuro."
Desde 2013, quando o presidente Hugo Chávez morreu, a economia da Venezuela encolheu mais de 50%. "Para alguns, foi bem mais do que isso, e por isso há tanta pobreza", diz Guanipa.
"Enquanto isso, milhões de venezuelanos foram embora. Os que vemos nos restaurantes têm família no exterior."
A recente escassez de energia em todo o país dificultou ainda mais vidas que já estavam difíceis. "A escassez de energia nos pegou de surpresa. Estávamos esperando que isso acontecesse algum dia, mas nunca pensamos que seria tão cedo", diz Carlos César Ávila, dono da rede de cafés Franca.
Ele tem 200 funcionários, quatro lojas e se prepara para abrir a quinta. "Nos dias em que não tínhamos energia, não tínhamos clientes. Nos dias em que tínhamos energia em algumas lojas, elas ficavam abarrotadas de gente, porque eram como se fossem paraísos em meio ao caos."
Apesar dos desafios e do número de venezuelanos que deixaram o país, ele ainda vê uma oportunidade em atender às 30 milhões de pessoas que vivem na Venezuela.
"As pessoas que vivem aqui precisam de tempo de lazer, precisam se reunir, tomar café, e isso é basicamente o que oferecemos, um refúgio", diz ele.
"Para trabalhar neste setor, você precisa de funcionários, fornecedores. Portanto, mesmo que nosso impacto pareça pequeno, de alguma forma acabamos beneficiando muitas pessoas."
Mas o empresário admite que manter seu negócio é difícil. "É como andar de bicicleta ladeira acima: se você parar, vai cair. Você tem de continuar pedalando."
Daniela Salazar, que trabalha com marketing e ganha US$ 150 (R$ 597) por mês, é uma das clientes de Carlos que desfruta de um café e uma fatia de bolo com um amigo.
"Se você tiver sorte o suficiente de ganhar em dólar, pode viver decentemente", diz ela, admitindo que a comida à sua frente vale um salário mínimo na Venezuela.
"Costumava consumir muito mais, comer bolo e biscoitos, pagar a conta de amigos, mas, agora, é só um café. Hoje é uma exceção, porque é meu aniversário."
Perto dali, Yuraima Cruz está comemorando sua aposentadoria com sua irmã Yajaira e alguns colegas. Ela costumava trabalhar como psicóloga para governo. Agora, trabalha em um consultório particular e cobra por suas consultas em dólar.
"Ganho melhor, mas não é suficiente para lidar com a inflação", diz ela, que ganha uma pensão do governo de cerca de US$ 5 por mês.
"Com o meu salário do governo, costumava pagar a escola do meu filho, comprei um carro", diz ela, melancolicamente. "Eu e meus amigos todos temos diploma universitário, já fomos de classe média, mas todos fomos atingidos pela crise."
Terra
O vice-presidente Hamilton Mourão está na China esta semana, onde presidirá a quinta edição da reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), no dia 23 de maio, em Pequim. Ele também será recebido pelo presidente chinês Xi Jinping e ainda terá compromissos em Xangai, um dos maiores centros econômicos do país asiático.
Instituída em 2004, a Cosban é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre o Brasil e a China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países. A comissão, no entanto, não se reúne desde de 2015. Em recente entrevista, Mourão disse que ideia é resgatar e reorganizar a Cosban para fortalecer a cooperação econômica. O vice-presidente informou que a reunião também vai servir como preparativo para a viagem do presidente Jair Bolsonaro à China no segundo semestre, provavelmente em outubro.
“Vamos procurar dar uma mensagem política ao governo chinês e, ao mesmo tempo, nosso posicionamento em relação à iniciativa Belt and Road (Cinturão e Rota), uma nova plataforma que o governo chinês, ao longo dos últimos cinco anos, vem buscando colocar no comércio mundial”, afirmou.
A iniciativa Um Cinturão, uma Rota (One Belt, One Road), também chamada de A Nova Rota da Seda, foi lançada em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping e visa promover acordos de cooperação para desenvolver projetos de infraestrutura, comércio e cooperação econômica na comunidade internacional.
A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial do Brasil. A corrente de comércio bilateral alcançou, em 2018, US$ 98,9 bilhões (exportações de US$ 64,2 bilhões e importações de US$ 34,7 bilhões). O comércio bilateral caracteriza-se por expressivo superávit brasileiro, mantido há nove anos, e que, em 2018, atingiu o recorde histórico de US$ 29,5 bilhões. No ano passado, os principais produtos exportados pelo Brasil foram soja, combustíveis e minérios de ferro e seus concentrados. Já os principais produtos chineses importados pelo Brasil foram plataformas de perfuração ou de exploração, dragas, produtos manufaturados em geral, circuitos impressos e outras partes para aparelhos de telefonia.
Segundo dados do Ministério da Economia, até 2018 a China acumulava estoque de US$ 69 bilhões de investimentos no Brasil, em 155 projetos, especialmente nos setores de energia (geração e transmissão, além de óleo e gás), infraestrutura (portuária e ferroviária), financeiro, de serviços e de inovação.
Além da visita do presidente Jair Bolsonaro à China, no segundo semestre, o presidente chinês Xi Jinping virá ao Brasil para participar da 11ª Cúpula do Brics, grupo de países que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro.
Agencia Brasil
Indianos foram às urnas neste domingo (19/05) para a sétima e última fase das eleições gerais no país. Pesquisas de boca de urna indicam vitória do Partido do Povo Indiano (BJP), legenda nacionalista hindu do primeiro-ministro Narendra Modi.
O pleito, o maior do mundo com um eleitorado de 902 milhões de pessoas, teve início em 11 de abril. A contagem de votos das sete fases das eleições está prevista para a próxima quinta-feira, 23 de maio, e os resultados só devem ser conhecidos na quinta ou na sexta-feira.
Modi enfrentou críticas no início da campanha por ter falhado em criar mais empregos e pelos baixos preços agrícolas, e tanto analistas quanto políticos disseram que a disputa eleitoral estava ficando acirrada, com o principal partido de oposição, Congresso Nacional Indiano, ganhando território.
O primeiro-ministro fez campanha entre sua base nacionalista hindu e transformou a disputa em uma briga por segurança nacional após uma escalada nas tensões com o Paquistão. Ele atacou seu principal adversário por ser “frouxo” com relação ao arqui-inimigo do país.
O partido de Modi deve conquistar entre 339 e 365 cadeiras da câmara baixa do Parlamento, composta por 545 membros, seguido por 77 a 108 cadeiras para a aliança de oposição liderada pelo Congresso Nacional Indiano, mostrou a pesquisa boca de urna India Today Axis.
Na Índia, uma força política precisa somar o apoio de uma maioria simples, ou seja, pelo menos 272 parlamentares, para poder formar governo.
Pesquisas boca de urna, no entanto, têm um histórico controverso em um país com 900 milhões de eleitores --dos quais cerca de dois terços votaram na eleição de sete etapas. As pesquisas frequentemente erraram o número de cadeiras, mas o resultado, em geral, tem sido acertado, disseram analistas.
Com as pesquisas indicando uma vitória da aliança de Modi, os mercados acionários indianos devem subir com força na segunda-feira, enquanto também se espera que a rupia indiana se fortaleça contra o dólar, de acordo com analistas do mercado financeiro.
Uma vitória clara significaria que Modi poderá realizar as reformas que investidores esperam o que tornará a Índia um lugar mais fácil para negócios, disseram economistas.
A conservadora Coalizão Liberal/Nacional, liderada pelo primeiro-ministro Scott Morrison, venceu as eleições gerais deste sábado (18) na Austrália, contrariando as pesquisas de intenção de voto. Segundo a Comissão Eleitoral Australiana, com pouco mais de dois terços dos votos contados, a coalizão tinha 73 assentos, contra 67 do Partido Trabalhista, o favorito nas enquetes.
Animados pelo otimismo que lhes davam as pesquisas das últimas semanas, em campanha ancorada na proteção do clima, e após um começo promissor das apurações, os trabalhistas liderados por Bill Shorten tiveram que abrir mão de sua esperança a partir do voto decisivo dos eleitores do estado de Queensland.
Assim, o grupo liderado por Morrison parte para um terceiro mandato de três anos. O político, de 51 anos, do Partido Liberal, de centro-direita, assumiu em agosto último, depois que a ala linha dura da legenda fez cair o mais moderado Malcolm Turnbull. Morrison parecia fadado a ter o mandato mais breve da história australiana, mas conseguiu virar a mesa com uma intensa campanha negativa e o apoio da maior organização de mídia do país, de propriedade do magnata do setor Rupert Murdoch.
Ainda não está claro se os conservadores governarão sozinhos: para isso precisam conseguir pelo menos 76 dos 151 assentos na Câmara dos Deputados, e o resultado final depende da contagem de mais de 4,7 milhões de votos postais, que ainda podem definir a distribuição dos últimos mandatos.
Cerca de 16 milhões de australianos estavam convocados a eleger os 151 deputados da Câmara, entre 1.056 candidatos, assim como 40 dos 70 senadores que servem durante um período de seis anos, entre 458 candidatos.
A Comissão Eleitoral Australiana estabeleceu 90 centros de votação no exterior, assim como outros 500 dentro do país para receber, nos dias anteriores, os votos de mais de 4 milhões de australianos que não puderam ir às urnas hoje.
Agencia Brasil
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse na quinta-feira (16) que quer reformar o sistema de imigração para favorecer jovens com algum nível de ensino e que falam inglês, com propostas de emprego, em vez de pessoas que têm parentesco com norte-americanos, um plano com poucas chances de avançar no Congresso.
O plano de Trump, criticado por democratas e alguns grupos defensores de migração, visa a tentar unir republicanos -- alguns que querem impulsionar a migração e outros que querem limitá-la -- antes das eleições presidenciais e parlamentares de novembro de 2020.
"Se por algum motivo, possivelmente político, nós não conseguirmos que os democratas aprovem esse plano de alta segurança, baseado em méritos, então conseguiremos aprová-lo imediatamente após a eleição, quando tomarmos de volta a Câmara (dos Deputados), mantivermos o Senado e, é claro, nos mantivermos na Presidência", disse Trump a parlamentares republicanos e membros do gabinete.
Atualmente, cerca de dois terços de 1,1 milhão de pessoas que têm permissão para imigrar aos EUA a cada ano recebem green cards, que concedem a residência permanente, por parentesco.
Trump propôs manter os números no mesmo patamar, mas mudar para um sistema "baseado em méritos", similar ao usado no Canadá --um plano que, segundo ele, resultaria em 57% dos green cards baseados em emprego e capacitação.
Antes do discurso, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse que mérito é um termo "condescendente".
"Eles estão dizendo que família não tem mérito? Eles estão dizendo que a maioria das pessoas que já veio aos EUA na história do nosso país não tem mérito, porque não tem um diploma de engenharia?", afirmou Pelosi a repórteres.
O apoio democrata seria necessário para avançar com qualquer lei para o Senado, liderado por republicanos, e muito mais para tramitar pela Câmara, sob controle dos democratas.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou hoje (15), nas ilhas Fiji, sobre o crescente perigo das mudanças climáticas para a paz e a segurança mundiais, que afetam significativamente o arquipélago do Pacífico.
"Os estrategistas militares veem claramente a possibilidade de os impactos das mudanças climáticas aumentarem as tensões em torno dos recursos e originarem movimentos maciços de pessoas em todo o mundo", declarou Guterres, na cúpula do Fórum das Ilhas do Pacífico.
Ele lembrou que as temperaturas e os desastres naturais estão se tornando cada vez mais extremos, e destacou que a mudança climática vai afetar seriamente a segurança alimentar, devido à salinização da água e à perda de áreas de cultivo, bem como os sistemas de saúde públicos nos países mais vulneráveis.
Em 2016, mais de 24 milhões de pessoas,de 118 países e territórios, foram forçadas a abandonar as suas residências devido a desastres naturais, três vezes mais do que o número de deslocadas por conflitos no planeta, de acordo com dados da ONU.
Guterres lembrou a experiência histórica das ilhas do Pacífico na adaptação, diante de vários fenômenos climáticos, e pediu maior cooperação da comunidade internacional com essa região, para lidar com os efeitos das alterações climáticas.
"A região do Pacífico está na vanguarda das mudanças climáticas e é por isso que vocês são aliados importantes na luta" contra esse fenômeno, afirmou Guterres, em um comunicado.
O secretário-geral da ONU está na Oceania, sobretudo para abordar os crescentes problemas causados pelas mudanças climáticas e pela ameaça que representa para os mares e oceanos que, com o aumento dos níveis da água devido ao aquecimento global, está levando à perda de terras das ilhas do Pacífico.